Prato do Dia: Bolinho de Peixe


Odair Corsini
odaircorsini@ig.com.br






Ingredientes
01 Kg de pescada (ou outro peixe) cozido
800 g batata cozida
01 cebola média
4 dentes de alho
Sal, pimenta branca e salsa a gosto.
02 ovos inteiros
Óleo q.b. para fritar

Modo de preparar
Numa máquina de moer carne, moa o peixe cozido, a batata cozida, a salsa, o alho e a cebola.
Em seguida, coloque tudo numa tigela e junte os ovos, sal e pimenta misturando tudo muito bem. Com duas colheres de sopa, molde os bolinhos e frite em óleo bem quente.
Pode ser moldados à mão, fazendo tipo bolinhas. Unte a mão com óleo para não grudar.

Momento Espírita: Nossa religiosidade de cada dia

Centro Espírita Hilário Silva

Você acredita em Deus? Seja esse Deus chamado de Alá, Jeová, Eloin, Força Superior, ou simplesmente Deus, você acredita? Provavelmente você respondeu sim. Afinal, não há registros de povos onde a crença em Deus não fizesse parte de sua cultura. Cremos em Deus e no Seu amor, bondade e sabedoria infinitas. Cremos na Sua justiça que vela por tudo e por todos. Cremos seja Ele Pai, a cuidar de cada um de nós, Seus filhos. Tudo isso é Deus para nós.
Agora, você já se perguntou o que espera Deus de nós nessa vida? O que o Pai deseja de Seus filhos, quando nos envia para a matrícula nesta escola chamada Terra? Quais as Suas expectativas?
Ao ser indagado qual o maior mandamento, qual a maior Lei de Deus a ser seguida, Jesus nos explica que é a lei de amor. Amar a Deus sobre todas as coisas, e amar-se para conseguir amar ao próximo como a si mesmo. E para conseguir vivenciar as Leis de Deus, cada um de nós busca um caminho, um que considera especial para si, um roteiro que consiga explicar melhor Deus e Suas leis, a fim de viver de maneira mais feliz e tranquila. Esse caminho que escolhemos é a nossa religião.
Como cada um de nós possui diferentes valores na alma, um nível de consciência próprio, uma maturidade emocional específica, é natural que cada um de nós escolha uma forma de ver Deus e entender Suas leis de uma maneira particular. Por isso a diversidade de religiões, pois vemos a mesma coisa, as Leis de Deus, sob aspectos diferentes. Porém, mesmo diferentes em suas sínteses, toda doutrina que promova o bem, que leve o homem ao bem, é digna de respeito. Afinal, a religião em si não é um fim, mas é um meio para chegarmos até Deus. O objetivo maior não é viver a religião, mas caminhar através dela para chegar a Deus. E você já percebeu que nem todo mundo precisa da religião para chegar a Deus, para desenvolver sua religiosidade? Existem inúmeras pessoas que não professam nenhuma religião e, no entanto, têm uma conduta e valores de alto conceito moral. Elas vivem Deus, sem precisar caminhar por uma religião.
Outros, no entanto, abraçando essa ou aquela religião, carregam na alma pouca religiosidade. Dizem-se partidários desse ou daquele segmento religioso, mas vivenciam quase nada do que sua religião propõe. Será isso que Deus espera de nós? A religião, de forma alguma, serve para nos fazermos pessoas hipócritas. Muito menos para ser o ópio do povo, como asseverou certa vez um pensador. A religião deve ser o religar de cada um de nós com Deus. Ela vai construindo, em nossa intimidade, a presença de Deus, nos apontando o melhor caminho para dias futuros mais felizes. Não seremos melhores ou piores por professarmos essa ou aquela religião, mas sim pelo que fizermos do nosso caminhar, do nosso viver, do nosso pensar e agir.
Se a nossa religião nos oferece um bom direcionamento para sermos pessoas de bem, aproveitemos a chance. No entanto, de forma alguma nos iludamos que a nossa religião é a melhor por si só. Ela será a melhor dependendo do que fizermos dela e com ela em nosso dia a dia.

Ano VI - Edição 127 - São José do Rio Pardo - SP - 11 de julho de 2009

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Especial Dia Mundial do Rock: Hey Ho! Let’s Go


O coordenador da Mixagem Web Rádio, Edimir Feriam, fala sobre a discoberta do rock and roll nos anos 80

“Rock’n’roll é tão fabuloso, as pessoas deviam começar a morrer por ele. (...) As pessoas simplesmente devem morrer pela música. As pessoas estão morrendo por tudo o mais, então por que não pela música? Morrer por ela. Não é bárbaro? Você não morreria por algo bárbaro? Talvez eu deva morrer. Além do mais, todos os grandes cantores de blues morreram. Mas a vida está ficando melhor agora. Não quero morrer. Quero?” - Lou Reed (ex-Velvet Underground)

Miguel Paião

O rock and roll foi uma das maiores, se não a maior, revolução cultural de todo o século 20. O rock trouxe novas preocupações e pautas ao mundo da música como o estilo e performance. Por sua representatividade e até mudança de comportamento de varias gerações, acabou ganhando um dia especial, o 13 de julho - Dia Mundial do Rock. Ele foi instituído em 1985 durante a realização do concerto “Live Aid” em benefício das vítimas da fome na Etiópia. Ele aconteceu simultaneamente nos EUA e na Inglaterra.
Foi pensando nessa data, próxima segunda-feira, que relembrei da minha adolescência quando vivia discutindo com os amigos lá no Jardim Aeroporto ou na Praça Oliveiros Pinheiros - antes da construção do Epidauro – qual era a melhor banda nacional de rock do Brasil: Legião Urbana ou Titãs; qual era a melhor música: Eduardo e Mônica ou Marvin. Particularmente sempre preferi Titãs à rapaziada de Brasília.
Mas, havia outras bandas que também entravam nas rodas de discussões como, por exemplo, Engenheiros do Hawaii, Nenhum de Nós, Uns e Outros (que já vieram em sanzé no Tartarugão), Ira!, Capital Inicial, Paralamas do Sucesso e Ultraje a Rigor. Outro assunto que fazia parte da pauta dos debates era a pegada do som punk e o trabalho quase erudito de algumas bandas de heavy metal. Entre as duas vertentes me identificava mais com as bandas “de três acordes” como Inocentes, Replicantes, Garotos Podres, Ratos de Porão (antes da debandada de João Gordo), 365, Plebe Rude, e por aí vai.
No entanto, na peleja de gostos musicais também havia os pontos de convergência como no caso de bandas como REM e U2 (que estão na ativa e ainda mandam muito bem), The Cure, The Smiths, The Clash, Lou Reed, Joy Division (que depois se transformou no New Order) Bauhaus e Depeche Mode. Quando se conseguia comprar um disco (de vinil é claro) fazíamos questão de desfilar pela rua com ele debaixo do braço e depois de exibi-lo e fazer cópias em fita K7 para os amigos ouvia-se a exaustão.
É claro que essas discussões entraram anos 90 à dentro com Chico Science, Mundo Livre S/A., Rappa, Planet Hemp, Sepultura, Alice in Chains, Nirvana, Live, Red Hot Chilli Peppers e muitas outras.
Essas pequenas reuniões e visitas a casas de amigos, que pareciam bobas, serviram de alguma forma para ajudar na minha formação cultural-musical. É claro que contei com a ajuda de dezenas e dezenas de exemplares de revistas Som Três e Bizz.
Como não sou mais adolescente já algum tempo, não sei como funciona mais essa dinâmica, se ainda há essa troca de informações sobre novas bandas e tendências, letras, enfim, algo que valha a pena ouvir e discutir. Talvez isso venha ocorrendo em salas de bate-papo na internert, ou não. O fato é que continuo, sempre que posso, provocando alguém sobre o que tenho ouvido de novo e até o que voltei a ouvir.
O locutor e coordenador da Mixagem Web Rádio, Edimir Feriam, conta que seu contato com o rock and roll também foi nos anos 80, mais precisamente entre os anos de 1984 e 85. Disse que era muito ligado nas batidas da new wave (nova onda) tupiniquim do Metrô, Sempre Livre, Degradée, Gang 90, Magazine. Disse que nessa época foi tendo contato com o som e com as letras de bandas como Barão Vermelho, Titãs e também com as bandas de Brasília: Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude.
“Ouvi muito também o pessoal do Sul: Engenheiros do Hawaii, Garotos da Rua, Nenhum de Nós, Uns e Outros. Lembro também das bandas que faziam parte do “Rock Paulista” como Ira!, Ultraje a Rigor, Titãs e 365.
Já as bandas internacionais ele só começou a se dar conta a partir do primeiro Rock in Rio, em janeiro de 1985, quando vieram ao Brasil Queen, Iron Maiden, Whitesnake, Rod Stewart, Nina Hagen, AC/DC, Scorpions, Yes, The B-52’s, Ozzy Osbourne, entre outros.
Feriam lembra que até o Rock in Rio, as grandes estrelas da música internacional não costumavam visitar a América do Sul, por tanto, foi a primeira oportunidade dos brasileiros ver de perto os ídolos do rock e do pop internacionais – “foi um marco na história do rock”. Mas, segundo o próprio Feriam, sua cultura-musical começou a se ampliar e se solidificar a parir de 1988 quando ingressou na Cidade Livre FM para trabalhar como locutor. “Foi nessa época que descobri os clássicos do rock como Beatles, Stones, Led Zeppelin, Yes.” O rock é sempre uma surpresa, prova disso foi à descoberta de Feriam, já em 1994, da obra prima do The Doors. Contou que até então conhecia apenas duas músicas: Light My Fire e The End.
Explicou que estava fazendo uma pesquisa sobre banda para publicar na revista Mixagem (a marca Mixagem foi criada em 94 como veículo impresso que tratava de assuntos musicais), foi quando conheceu a história dos músicos e da banda. “Desde essa época passou a ser a banda que eu mais ouço, tanto é que em abril deste ano peguei o carro, sozinho, e fui a Ribeirão Preto, assistir a turnê de parte do Doors que passou pelo Brasil, foi maravilhoso quando vi Ray Manzarek com seu órgão sintetizador”.
Sobre a atual situação do rock no Brasil, o locutor tem uma visão bem realista. Avalia que o problema não esta no surgimento de novas bandas e sim na falta de espaço para esse segmento. “Quando adolescente, em meados da década de 80, havia espaço nos grandes meios de comunicação para o rock, hoje ele ficou muito restrito. Há muitas bandas boas, mas pouco espaço para divulgar seu trabalho. Exemplo é o Cachorro Grande, uma puta banda do Rio Grande do Sul que é muito pouco divulgada pela grande mídia. Já no cenário internacional a situação é outra e destacaria as bandas Coldplay e Radiohead”, finaliza.

Mixagem organiza promoção e inverno para internautas

Os rio-pardenses José Trevisan Neto e Rafael Satti Lima, junto com a moradora de Tapiratiba Luana Julio da Silva, foram os ganhadores da Promoção de Inverno Mixagem/Malhamania. Cada um dos contemplados recebeu um vale-compras no valor de R$ 100,00. O sorteio ocorreu no último dia, 30, nos estúdios da emissora, localizada na avenida Independência, 306 – centro – de São José do Rio Pardo. Para concorrer aos prêmios, bastou que os interessados se cadastrassem no endereço eletrônico: www.mixagem.radio.br
Edimir Feriam, coordenador da “Mixagem Web Rádio & Produtora de Áudio”, disse que a intenção da promoção foi ampliar as parcerias no município e, ao mesmo tempo, dar oportunidades para que internautas de outras cidades e até de outros Estados interajam com a rádio – a primeira web-rádio da região
Maria Elisa Carriero, secretária da web rádio, disse surpresa com o número de participantes. “Apesar de dois dos vencedores serem de São José, tivemos participação de web-ouvintes do Paraná, Tocantins, Pernambuco, Minas Gerais e outros Estados”.
Também foi realizada na região uma campanha de divulgação com distribuição de panfletos, anúncios em jornais e em emissora de rádio. No interior da Malhamania houve um trabalho intenso de divulgação do evento, com fixação de banner e entrega do material explicativo de como participar a promoção.
Feriam contou que a parceria com a “Malhamania” trouxe um ótimo resultado. “Houve muitos acessos, muitos cadastros, e principalmente o incentivo à interatividade no site. Agora, quem perdeu a promoção anterior, não tem problema, pois os internautas já podem o site e se cadastrar na “Promoção Dia dos Pais Mixagem/Equimaq”.

Raiva: Mais de 700 animais já vacinados na zona rural

De acordo com o Centro de Controle de Zoonoses, 733 animais foram vacinados contra a raiva entre os dias 1º e 10 de julho. A meta é vacinar até o dia 29 deste mês cerca de 4 mil animais, entre cães e gatos.
“A equipe da Zoonoses continuará percorrendo sítios e fazendas na próxima semana. Vale lembrar que o horário da vacinação será das 8h às 17h”, informou a coordenadora do CCZ, Maria Ângela Dal Bon Salvadori. Campanha Zona Rural 2009:

13-07-09 - Faz. Santa Lourdes; Faz. Becerábia; Condomínio Santa Lourdes; Sítio do Morgan;
14-07-09 - Faz. Entre Rios; Faz. Brejão; Faz. São Tiago; Faz. Nossa Srª. Aparecida; Faz. Santa Maria do Rio Pardo; Faz. Barreiro;
15-07-09 - Sítio Novo; Faz. Santa Manuela; Faz. Buenos Aires; Outros Sítios;
16-07-09 - Faz. São Luis da Santa Maria; Faz. São Judas Tadeu; Faz. Bom Jardim; Faz. Santa Rita do Taquaral;
17-07-09 - Faz. Boa Esperança; Faz. São Domingos; Faz. Fartura; Faz. Frozoni; Faz. Belo Horizonte;
20-07-09 - Terrerão do Vanderci; Faz. Santa Cruz; Faz. Santa Amélia; Faz. Arabella; Faz. Santa Matilde;
21-07-09 - Faz. Floresta; Faz. Picadão; Faz. São Geraldo; Faz. Rosário; Faz. São Manuel
22-07-09 - Sítio Santa Rita; Faz. Nova Prata; Faz. Vila Maria; Outros Sítios;
23-07-09 - Faz. Taquara Branca; Faz. Água Fria; Faz. Zelinda; Faz. São João Industrial;
24-07-09 - Bairro Paula Lima; Faz. Dos Coxos; Faz. W3; Faz. Santa Cecília;
27-07-09 - Faz. Santa Lucia; Faz. Colônia Nova; Faz. Monte Belo; Faz. Dal Bon; Faz. Vila Costina;
28-07-09 - Faz. São Teodoro; Faz. São Bento; Faz. da Barra; Faz. Vila Isabel;
29-07-09 - Faz. Sto. Antonio do Soares; Faz. Maracanã; Outros Sítios.

Assinado convênio para instalação do Pagedi

Na manhã de quarta-feira, dia 8, a Prefeitura de São José do Rio Pardo assinou convênio com a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal de São Paulo, e com a ONG Sorria para instalação do Programa de Assistência à Gestante e Desenvolvimento Infantil de São José do Rio Pardo (Pagedi).
A assinatura do convênio contou com a participação do prefeito João Luís Cunha, da Presidente do Conselho de Curadoria e do Coordenador de Programas de Desenvolvimento Infantil da Fundação, Regina Guarita e Saul Cypel e do presidente da ONG Sorria e mentor do Programa, Antônio Teixeira Filho.
O evento contou ainda com as presenças do promotor da Vara da Infância e Juventude local, José Cláudio Zan, delegada Márcia Serpa, Tenente Carlos Roberto Nogueira (Polícia Militar), presidente da Câmara Municipal, Lúcia Libânio da Cruz e da secretária executiva do Pagedi, Ana Vera Simões Braghirolli, além de secretários municipais, representantes do Conselho Tutelar e da Associação Comercial e Industrial (ACI).
O Pagedi consiste na união de alguns setores municipais, entre eles Saúde, Educação, e Assistência e Promoção Social para melhorar a qualidade para o desenvolvimento de crianças de zero a três anos no município. “O Programa também tem como objetivo tratar de assuntos ligados à saúde da mulher, como gravidez (parto, pré-natal), entre outros módulos”, explicou Ana Vera.

Como funcionará
O convênio firmado terá a duração de quatro anos. O Programa será desenvolvido em módulos, onde profissionais dos três setores serão capacitados através da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal para, num segundo momento, passarem estes conhecimento à comunidade.
“A primeira área que trabalharemos será a Saúde da Mulher. A capacitação destes profissionais ligados à Saúde começará em agosto. Contaremos ainda com a participação da UNIP – campus Rio Pardo, que também participarão do Programa”, informou Ana Vera.
O Pagedi deu seus primeiros passos em 1998, com os Monitores da Saúde, que eram comprometidos com um trabalho voltado à saúde juvenil, que, mais tarde se tornaria ONG Sorria. “Neste dia tão especial para todos meus dois únicos sentimentos são gratidão e emoção. Estou muito agradecido à Fundação e a todos que colaboraram para o firmamento deste convênio. Espero que esta confiança mútua no Programa se traduza no desenvolvimento de pessoas dignas, honestas e comprometidas com a sociedade”, finalizou Teixeira.

Aprovada resolução sobre registro e legalização do microempreendedor individual

O Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do registro e da legalização de empresas e negócios aprovou a Resolução CGSIM nº 2/2009, que dispõe sobre o procedimento especial para o registro e legalização do Microempreendedor Individual (MEI) que produzirá efeitos a partir de 1º de julho deste ano.
A resolução prevê as condições que devem ser observadas no processo de registro e legalização do MEI pelos órgãos e entidades federais, estaduais e municipais responsáveis pelo registro e concessão de inscrições tributárias, alvará e licenças de funcionamento.
Dentre as condições previstas, o artigo 6º determina que o registro e a legalização do microempreendedor individual poderão ser efetuados por escritórios de serviços contábeis optantes pelo Simples Nacional, individualmente ou por entidades representativas de classe, órgãos e entidades dos entes federados, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), por outras entidades, outros prepostos ou pelo próprio microempreendedor, observados o processo e as normas estabelecidas pela resolução e mediante a utilização dos instrumentos disponibilizados no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br) para essa finalidade.

Gratuíto
Os escritórios de serviços contábeis e as suas entidades representativas de classe, promoverão atendimento gratuito, compreendendo:
a) a prestação de informações e orientações completas ao MEI sobre: o que é o MEI, quem pode se enquadrar como tal, como se registra e se legaliza, quais são os benefícios e as obrigações e seus custos e periodicidade, qual a documentação exigida e que requisitos deve atender em relação a cada órgão e entidade para obter a inscrição, alvará e licenças a que o exercício da sua atividade esteja sujeito;
b) a execução dos serviços necessários, ao registro e à legalização do MEI e à opção dos empresários, inscritos até 30.06.2009 na Junta Comercial e no CNPJ, pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (Simei), observadas as instruções a esse respeito expedidas pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN);
c) a elaboração e o encaminhamento da 1ª declaração anual simplificada do MEI, podendo, para tanto, as entidades representativas da classe firmar convênios e acordos com a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, por intermédio de seus órgãos vinculados.

Atletas participam de Mini Maratona


Equipe Loucos por Corrida - Alexandre Magno, Ronaldo Bueno, José Roberto e Luiz Carlos de Oliveira

A equipe Loucos por Corrida de São José do Rio Pardo esteve no domingo, 28, em Divinolândia participando da segunda edição da Mini Maratona 10K. Organizado pelo grupo DIQBEM, em parceria com a Prefeitura Municipal, o evento atraiu atletas de várias cidades do país e reuniu mais de 400 participantes. Os vencedores deste ano foram os atletas Giovani dos Santos, masculino, e Maria Lucia Alves Vieira, feminino. Os quatro rio-pardense também estiveram bem no percurso e chegaram entre os 40 primeiros colocados.
Na categoria 25 a 29 anos, Ronaldo Machado Bueno ficou em 20° colocado; na categoria 40 a 44 anos, Luiz Carlos de Oliveira ficou em 31°; na categoria 45 a 49 anos, Alexandre Magno de Paula também ficou na 31° colocação; e na categoria de 50 a 54 anos, José Roberto Lopes ficou em 14°.
A largada aconteceu pontualmente às 10h em frente a praça da Igreja Matriz.
Giovani dos Santos foi o primeiro atleta a cruzar a linha de chegada com o tempo de 31 minutos e 39 segundos. Na categoria feminina a vitória foi de Maria Lucia Alves Vieira com o tempo de 38 minutos e 51 segundos. Na avaliação de Luiz Carlos, o evento foi de “primeira”. “A largada foi pontual, o percurso muito bem sinalizado, com distribuição de água e após a corrida suplemento alimentar e distribuição de medalhas a todos os participantes”.
No dia 26 os rio-pardenses voltam a competir, desta vez em Ribeirão Preto na 6° Corrida da Solidariedade.

Judo é destaque em Atibaia


Equipe feminina de judo de São José do Rio Pardo


A equipe de judo do Departamento de Esporte e Cultura (DEC) foi destaque nos Jogos Regionais na cidade de Atibaia ficando em 5° lugar na competição por equipe. Destaque para a judoca Aparecida da Silva Reis, que conquistou medalha de ouro e também para as atletas Maria Alessandra Westin Melo de Souza e Camila de Moraes Ferreira que ficaram cada uma delas com a medalha de bronze.
Aparecida, categoria adulto pesado, sagrou-se campeã vencendo todas as lutas por ipon. Na final derrotou a adversária em apenas 32 segundos. A atleta Maria Alessandra, conquistou o 3º lugar, na categoria absoluta, que não tem peso e participa um atleta de cada cidade. Ela estava afastada do esporte há 14 anos e conquistou essa colocação com apenas um mês de treinamento. Na categoria adulto ligeiro, Camila também se deu bem conquistando com muita garra e habilidade o 3° lugar.
Segundo o Departamento de Esporte, a equipe de Rio Pardo deixou escapar sua vaga na final quando perdeu para a cidade de Bragança Paulista, após ter vencido duas outras cidades. Em seguida foi disputar com a cidade de Monte Mor o 5° lugar e acabou saindo vencedor da decisão.
A intenção do Departamento é que em 2010, em Americana, a equipe esteja maior e mais competitiva.

Jean Charles, um filme que choca


Carol Ortiz
cacal.ortiz@hotmail.com

Está em exibição nas salas de cinema do país, o nacional Jean Charles¸ filme com Selton Mello e Vanessa Giácomo, que relata a trajetória e morte do brasileiro confundido com um terrorista no metrô em Londres.
Com a direção de Henrique Goldman, o filme choca pela simples narrativa dos fatos. As coisas são como realmente são, e não há nada que embeleze uma atitude fria e impensada do ser humano.
O longa começa com o lado “brasileiro” das coisas. Goldman consegue mostrar a vida difícil e sacrificada de brasileiros que abandonam tudo e vão em busca de uma melhor condição financeira em um país distante sem perder o bom humor e a persistência. O “jeitinho brasileiro”de ser foi perfeitamente passado por Selton, na pele do bom humorado, acolhedor e atencioso Jean Charles de Menezes, mas quem rouba algumas cenas e nos fazem rir é Luis Miranda, que encarna o papel de Alex, primo de Jean.
Na maior parte da obra, as cenas são recheadas do nosso “dom” brasileiro de enfrentar e arrumar as coisas, além de mostrar uma família unida (para quem não sabe, Jean, que morava há três anos na Inglaterra, encorajou alguns primos a tentar a sorte naquele país e, além de dar um grande apoio material, ajudou-os encorajando-os e mostrando novas possibilidades – esse fato é admirável em Menezes), sempre disposta a trabalhar e ganhar a vida. A novidade está no fato de como Goldman arrumou os atores. Com um anúncio no jornal, selecionou vários brasileiros que viviam realmente aquela situação e os convidou para participar da obra. Merece destaque Patrícia Armani, que na vida real é ela mesma, ou seja, a prima verdadeira que morava com Jean na época em que tudo aconteceu.
O chocante e assustador está reservado para o final. Como o ser humano pode ser tão irracional e colocar em risco a vida de outro sem nada concreto? A cena em que Jean é morto friamente pela polícia da Scotland Yard é angustiante e nos faz refletir muito sobre as diferenças existentes no mundo.

Verdadeiramente brasileiros


Marcelo Augusto da Silva
htp://marceloaugustodasilva.blogspot.com

Não temos identidade própria / Copiamos tudo em nossa volta / Do que adianta vocês viverem assim? / Ser prisioneiros dentro do seu próprio jardim / Pra que tudo isso na região Tupiniquim? / Eu não sei, eu não sei.
Nunca fomos tão brasileiros
– Plebe Rude

Ao assistir as comemorações da independência dos EUA - no dia 4 de julho -, comecei a analisar a diferença que há entre eles e o nosso país. Essa distinção é perceptível a qualquer um, já que aqui, o 7 de setembro, quase não é lembrado, ou muitos nem sabem que ele existe. Situação bem diferente dos estadunidenses que comemoraram a sua emancipação com muito ufanismo desde 1776. Não que isso os coloque acima dos demais, ou então que os tornem melhores, pelo contrário, a História mostrou o quanto àquela nação é nociva ao planeta e aos que nele vivem. No Brasil infelizmente não encontramos um patriotismo parecido. Esse comportamento tão desigual das duas nações de um mesmo continente tem sua origem na colonização de cada uma delas. Aqui, já de cara, o Brasil foi assaltado pelos portugueses que viam nessas terras somente um meio de enriquecer, atitude que da mesma forma é repetida hoje por muitos, principalmente por nossos representantes que usurpam o país para o bem próprio. Esse legado de descaso manteve-se por todos esses séculos chegando, enfim, aos nossos dias; se no início ninguém teve a preocupação com o que viria a ser esse território e o cuidado momentâneo era unicamente explorar, hoje não é de se estranhar que aqueles que descendem dessa estirpe danosa ainda se comportem à mesma maneira. Curioso é ver isso fazer parte da imensa camada popular que, apesar de viver lutando para sobreviver, age com o mesmo desprezo ao seu país.
No caso da nação do norte, seus antepassados não pensaram somente no momento em que ali chegaram, mas sim no seu futuro e no daqueles que um dia iriam ali habitar. Daí tem-se a característica de valorizar e enaltecer o que é seu, cuja intenção é atingir cada vez mais o bem geral. Esse desejo de construir algo duradouro e sólido esculpiu uma personalidade em que se honra a si mesmo, porém em detrimento ao alheio. Em partes isso pode até ser compreensível, o que não justifica é ver que em nome desse sentimento assumir um caráter pedante, dominante, exploratório e acima de tudo destrutivo.
O que falta nos brasileiros é dar a devida importância àquilo que é seu; não há como cobrar das autoridades a decência, o decoro e o compromisso se nós não exercemos essas qualidades. Se outros, em cada comemoração cívica se cobrem com as cores de seu país e se orgulham de nele viver, o que esperar de um lugar onde o povo desconhece ou desmerece sua própria história e se curva diante do outro numa ação em que sente envergonhado do que é seu.
Se a avacalhação no Congresso e também nas esferas estaduais e municipais não tem fim; se a baixaria se mantém enquanto nosso dinheiro jorra para dentro dos bolsos daqueles que deveriam trabalhar para nosso bem-estar, é hora de repensar sobre o que temos sido nesse tempo todo e assumirmos de vez que somos brasileiros. Certamente é assim que teremos a possibilidade de vivermos de forma mais justa, caso contrário os infames que nos comandam verão e terão sempre a possibilidade de agir tranquilamente.

Eu e o Futebol: As “bolinhas” e laranjada


Emílio Antônio Duva

Gonçalo Leme da Silva era seu nome. Apelido artístico: Roberto Silva, o “Olho Vivo” da Rádio Bandeirantes de São Paulo. Repórter de campo, plantão policial e dono de uma voz bonita e inconfundível. Fui apresentado a ele no campo da A.A.R. pelo amigo radialista Neneco, em 1982.
Do inesquecível repórter conto a seguinte história:
Em meados dos anos 60, o rádio mostrava, dentro da sua magia, todo o espetáculo do jogo de futebol. Fiori Gigliotti era o “monstro” desta ímpar comunicação. E num jogo entre o Paulista de Jundiaí e o Santos, lá estavam estes senhores para mais um formidável trabalho.
Fiori na cabine da Band e Roberto Silva no gramado. Um sol de lascar mamona. Roberto fustigado pelo trabalho da noite anterior, em São Paulo. De repente ele vai até os vestiários para conseguir algumas entrevistas e buscar escalações dos times, quando vê no chão do corredor um enorme galão, suando, trincando, de um glacial suco de laranja. Não pensou duas vezes, tomou quase todo suco. O que ele não sabia é que dentro do galão havia dezenas de bolinhas energéticas dentro - ou seja, o famigerado doping. Saciado, anima-se e dirige-se ao campo. Lá, no gramado, ele começa a faalr as escalações, arbitragens, público pagante, temperatura, latitude, longitude e... começa o jogo. No ar, a liderança de audiência absoluta, e num surto, Roberto Silva assume o papel de Fiori e começa a narrar o jogo:
- Bola com Pelé, que passa por um, passa por dois, entrega para Coutinho, que passa...
- Pára Roberto, quem narra é o Fiori e não você... está maluco? Diz apavorado o ajudante carregador de fios, ao seu lado.
- Que nada, hoje não tem para ninguém. Eu vou dar um show. Responde o repórter.
- Entra Zito, que passa para Pelé... Imediatamente o estúdio, em São Paulo, corta-lhe o som do microfone. Levaram-no para o vestiário, deram-lhe um banho super frio, e um copo de leite morno para cortar o efeito das bolinhas, ou anfetaminas, que no submundo do futebol foi muito consumida. E que naquela tarde de calor alterou nosso saudoso Roberto Silva, mineiro de Poços de Caldas, onde hoje está sepultado.
Coisas da bola, coisas da vida...

Vamos acordar


Carlos Eugênio Alves – Psicólogo e professor de Filosofia

Só depois da dúvida existe a resposta. Somente depois da cruz existe a libertação, a dor que sentimos um dia nos torna fortes.
O homem é aquilo que faz de si mesmo. Sua escolha transforma em seu destino.
Segundo Rousseau “O homem nasce livre, mas encontra-se acorrentado em toda parte. Julga-se senhor dos outros demais seres, sem deixar de ser tão escravo como eles”. O poder a serviço de si mesmo é prisão e a serviço dos outros é libertação. A reflexão nos faz autônomos e quem segue os outros não segue coisa alguma, nem contra nada porque ele mesmo não procura. O que você está buscando, está dentro de você e não nas outras pessoas, vamos acordar...

Logosofia: Para gostar de ler

Nagib Anderáos Neto

Quando se vê as estatísticas sobre produção e consumo de livros no país, número de livrarias e desenvolvimento o mercado livreiro nos últimos anos, chega-se à conclusão que o quadro nacional é desalentador. Uma livraria para oitenta mil habitantes; dois livros lidos por habitante por ano; duas mil livrarias em todo o país. Os números são assustadores, mesmo quando comparados com países vizinhos como a Argentina que, em números relativos, chega a ter quase quinze vezes mais que o nosso país.
Como reverter este quadro? O que fazer para que os jovens passem a ler mais e a matar menos o tempo em inutilidades. Afinal, por que ler é importante?
Não falemos da literatura imprestável, os enganadores, dos impostores, dos que vendem palavras sem conteúdo, auto-ajudas que não valem nada. Falemos das obras de qualidade que ajudam a pensar, a criar, a se comunicar. O leitor é também um criador orientado pelo autor; constrói personagens, convive com eles, extasia-se, sofre, transporta-se para outros locais e outras épocas, buscam soluções, pensa, sente e vibra com o desenrolar do romance ou do conto, reflete com as reflexões do autor, amplia seus conhecimentos sobre os homens, aprende a ouvir, falar e escrever.
Através da leitura e da escrita podemos chegar a muitas partes e a muitos mundos, revisitar o passado e arrojarmos-nos para o futuro, reviver ou viver antecipação.
Cada bom livro é uma aventura particular e única que pode ser muito útil a quem empreende esta viagem ímpar. Os livros são como os seres humanos: nascem, tem um tempo de vida e desaparecem. Pode surgir depois de muitos anos em novas edições, se forem muito bons. Há os que têm conteúdo e os vazios, os bons e os maus; os inteligentes e os ignorantes. Sua leitura pode ajudar a leitura da própria vida, dos próprios dias, do próprio acontecer. Devemos todos ler muitos livros, bons livros, e dar um exemplo para que os jovens aprendam a gostar de ler. Há um livro, em especial, ao qual devemos dar atenção a cada dia de nossa existência: o nosso próprio livro, o livro da nossa vida, aquele que vamos escrevendo e lendo a cada dia, no qual somos autores e personagens, onde ficará consignada a nossa trajetória humana nesta breve passagem pela terra, o livro dos livros, o livro da vida, a obra pessoal que cada um de nós pode e deve realizar.

Momento Espírita: Nosso corpo e a saúde

Centro Espírita Hilário Silva

Nosso corpo é uma verdadeira máquina, formado por trilhões de células perfeitamente organizadas em tecidos e órgãos que diariamente executam uma perfeita sinfonia de funcionamento. É comandado pelas glândulas que secretam hormônios e pelo sistema nervoso, que emite impulsos que permitem nosso pensamento, nossos movimentos, nossa respiração e funcionamento cardíaco.
Em grande maioria, nascemos com corpos perfeitos. Há, com certeza, aqueles que nascem com doenças, as chamadas doenças hereditárias ou aquelas adquiridas durante a gestação. Mas, esses, são a minoria.
Este corpo perfeito que recebemos é um verdadeiro presente de Deus, e deve ser tratado com respeito e cuidado. Muito se fala dos cuidados com o corpo físico. É uma grande evolução para o ser humano, pois até meio século tal conhecimento era restrito aos profissionais de saúde. Atualmente, muitos programas de televisão e rádio, e muitas revistas de grande circulação dedicam atenção à prevenção de doenças.
Hoje já se discute em família, entre amigos, entre colegas de trabalho, o que fazer para manter o organismo em melhor funcionamento. Alimentação saudável e exercícios físicos estão entre os mais conhecidos itens, não faltando quem tenha uma receita pronta para ensinar aos amigos.
No entanto, apesar de um maior acesso ao conhecimento, em pleno século XXI, ainda vemos grande número de doenças causadas por hábitos errados de vida e de alimentação, e aquelas causadas por vícios. Cabe a nós, que já temos tal conhecimento, difundi-lo e levá-lo a quem não o tem. Cabe a quem tem o conhecimento ensinar e manter uma vida saudável na família, ensinando as crianças a cuidar de seu corpo, a manter hábitos saudáveis, a se gostar de verdade, sem os artifícios da vaidade excessiva. Cabe aos pais zelosos a orientação aos filhos adolescentes para que se alimentem sem excessos e sem privações absurdas em nome da aparência. Para que evitem as drogas, o álcool, o cigarro, as noites insones. Sem dúvida, esses pais que guiam seus filhos na estrada da vida devem ser o exemplo daquilo que ensinam, mudando seus hábitos e, realmente, vivendo de maneira mais saudável.
Cabe aos educadores, nas escolas, ensinar e dar o exemplo, a respeito dos cuidados para com a saúde. É responsabilidade, também, do poder público, campanhas que falem sobre a prevenção de doenças, e o acesso a exames preventivos. Mas, de nada adiantam tais medidas se cada pessoa, isoladamente, não quiser se cuidar.
Agradeçamos a Deus, diariamente, esta máquina perfeita e maravilhosa que é nosso corpo, mais precisa do que qualquer máquina que a tecnologia humana já tenha criado. E, em agradecimento, cuidemos deste corpo, de forma a termos saúde para atingir nossos objetivos pessoais e espirituais, e para que vivamos mais tempo e com mais energia para cuidar de nossos amores.