DEC promove o terceiro Skate Rio Pardo

No dia 19 de abril, domingo, na Pista Municipal de Skate, na área de Lazer, o Departamento de Esportes e Cultura realiza o terceiro Skate Rio Pardo. O evento será de nível regional e está marcado para começar às 9h. Estará presente o skeitista Thiago Ribeiro que é atleta profissional da cidade de São Paulo, para atuar como árbitro desta competição.

Handebol
Pela Copa São Paulo de Handebol Categoria Sub 21, pela fase Sub Regional em jogos realizados na sexta-feira, 3 no Ginásio Municipal de Esportes “Tartarugão”, as equipes masculina e feminina do DEC – enfrentaram Mococa. Partida entre as mulheres, a equipe de Mococa levou a melhor e venceu por 30 a 5 já os homens ganharam de 30 a 15.
Com a vitória, a equipe masculina classificou-se para e pegou a equipe de São João da Boa Vista na Fase Regional. A partida ocorreu na quarta-feira, 8 no Ginásio Municipal “Tartarugão”.

Contratação de médico para no Pronto-Socorro municipal

Esta semana, a assessoria de imprensa da Prefeitura de São José do Rio Pardo informou que o prefeito João Luís Cunha determinou a contratação de um segundo médico para cobrir o período da tarde no Pronto-Socorro Municipal. Os motivos, segundo a assessoria, seriam para dar maior agilidade aos atendimentos.
O profissional ficará encarregado de fazer a triagem dos pacientes e auxiliar no atendimento, que chega a 120 por dia. Ao mesmo tempo, João Luís implantou uma farmácia do PS, que fica aberta inclusive aos sábados, domingos e feriados. Segundo o vereador Cláudio Márcio de Lima, a mellhora no atendimento irá beneficiar os atuais pacientes atendidos no Pronto-Socorro, que chegam a 6 mil por mês, “A instalação da farmácia beneficia diretamente cerca de 1.500 pacientes/ mês”, explica ele. “São os que são atendidos nos fins de semana e têm esperar até segunda-feira para receber remédio na farmácia municipal.”
Ao mesmo tempo, o movimento no local deverá ser reduzido efetivamente às urgências e emergências com a decisão do prefeito de abrir mais vagas para atendimento no PPA Central. Outra decisão do prefeito é a de liberar a locação de uma UTI móvel quando for necessário.

Assembléia proíbe fumo em ambientes coletivos

Por 69 a 18, a Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou na noite desta terça-feira (7) o projeto de lei antifumo do governador José Serra (PSDB), que proíbe o consumo de cigarro e similares em recintos coletivos do Estado de São Paulo. A proposta retorna ao gabinete do governador para sanção ou veto. Também foi aprovada emenda do deputado Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) que prevê um prazo de 90 dias para que a lei entre em vigor. Durante esse período, a lei deve ser regulamentada, com a definição de multas e punições. Serra tem até dez dias para sancionar a lei.
Outras duas emendas foram aprovadas junto a essa. Elas determinam que o governo paulista terá de fazer campanha sobre proibições e sanções impostas pela lei e disponibilizar no sistema de saúde público assistência terapêutica e medicamentos antitabagismo para fumantes que queiram parar de fumar.

Alunos da FEUC visitam “Olhar sobre São José”


Professor Marcos De Martioni (esq.) com os alunos do primeiro ano de História

Alunos de Artes, Geografia e de História da Faculdade Euclides da Cunha (FEUC) estiveram na noite de terça-feira, 7, no Museu Rio-Pardense Arsênio Frigo visitando a exposição “Olhar Sobre São José”. O Museu está localizado no centro da cidade, atrás da Igreja Matriz, ao lado da Biblioteca Municipal.
A exposição foi inaugurada no dia 4 – data da fundação do município – com exibição de fotos, gravuras, documentos, pinturas e desenhos de artistas que de alguma forma retrataram São José. Ela segue aberta ao público até o dia 19 deste mês. O evento é uma promoção do Departamento de Esportes e Cultura (DEC) e está inserida nos eventos comemorativos de aniversário da cidade.
Acompanhados pelos professores Marcos De Martini, Ary Menardi Junior, Ana Lúcia Porfírio, Arioswaldo Rizzo de Andrade e Jaime Sobrinho da Cunha, os alunos foram recebidos por Elisa Mori, curadora do Museu. Ela explicou a singularidade de cada artista em relação à cidade e também mostrou peças que estavam guardadas e que ainda não haviam sido expostas ao público. Antes de percorrerem as salas, os alunos assistiram a um pequeno vídeo produzido pelo médico e fotógrafo, Paulo Simas, demonstrando sua ótica da cidade.

A comemoração da Páscoa através do tempo


Marcelo Augusto da Silva
http://marceloaugustodasilva.blogspot.com

No primeiro domingo após a lua cheia seguinte à entrada do equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, é celebrada a Páscoa, uma festividade tanto para os judeus quanto para os cristãos. Como a data é baseada no calendário judaico, e este é lunar, a Páscoa cristã passa a ser móvel no calendário gregoriano, assim como as demais datas referentes a ela, tanto na Igreja Católica como nas Igrejas Protestantes e Igrejas Ortodoxas.
Para a cristandade nesse dia se comemora a ressurreição de Jesus Cristo, que segundo o livro sagrado, subiu aos céus no domingo de Páscoa. Inicialmente pode soar estranho, pois se a Páscoa começa a ser celebrada nos anos seguintes à sua morte, como ele poderia ter ressuscitado então já no dia de Páscoa. É que a data já era comemorada pelos judeus como sendo o dia em que seu povo foi libertado da escravidão do Egito.
O termo Páscoa deriva do hebraico Pessach que significa passagem. Para os judeus a saída do Egito para a Terra Prometida simboliza a passagem para uma nova vida; assim como a morte de Cristo na cruz possibilitou à humanidade uma nova vida também. A data também foi comemorada por vários povos, muitos deles pagãos, com alguns simbolismos em comum com a festividade atual, tal como na Europa Medieval onde nesse dia se presenteava uns aos outros com ovos verdadeiros decorados; no hemisfério norte a Páscoa coincide com a chegada da primavera e consequentemente com a época das colheitas, importantes para as comunidades que dependiam das boas safras, sendo assim os ovos simbolizavam a vida que se chegava nessa ocasião.Para o ocidente o ato de se presentear no dia de Páscoa também tem, relativamente, o mesmo significado, pois Cristo entregou a sua vida para salvar a vida do homem e dessa forma o ovo para os cristãos também representa a vida. Já o fato dos coelhos entregarem esses ovos não tem nenhuma relação biológica, mas sim simbólica, uma vez que eles simbolizam igualmente à vida, pois o coelho é um ser que se reproduz com facilidade, representando assim a fertilidade.
Foi no século XVIII que confeiteiros franceses tiveram a idéia de fazer os ovos de chocolate, iguaria que apareceria apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca.
Independentemente da crença ou da religião a Páscoa tal como outras comemorações religiosas, cada vez mais se distancia do seu sentido original. A indústria e o comércio a cada ano se aproveitam da data para explorá-la, transformando o simbolismo e a tradição de oferecer ovos numa obrigação, principalmente entre as crianças. Para atingir seu objetivo, empresas acabam agregando outros produtos aos ovos como brindes e personagens para fisgar mais consumidores. Indícios da mudança dos tempos ou da mudança de valorização das coisas.

O Pai da Filosofia


Carlos Eugênio Alves – psicólogo e professor de filosofia

Sócrates cuidava com carinho de seus discípulos, estabelecia diálogos com todas as classes sociais. Seu foco era o mundo interior dos seres humanos, pois acreditava que a verdadeira riqueza é o autoconhecimento.
Ele preparou jovens, como Platão e outros nomes da Filosofia.
O conhecimento é a luz que pode saborear as pessoas quando procuram uma solução.
Somos peregrinos buscando respostas que amenizem nossas dores, algumas vezes corremos muito, outras, não conseguimos encontrar o caminho e, na lentidão que somos encarcerados, nossas emoções gritam.
Uma existência não é só conhecimento racional, temos necessidade de sermos envolvidos por um manto afetivo.

Eu e o Futebol: A bola e a madeira


Emílio Antônio Duva

E o jogo dos sonhos seria no estádio da Associação Atlética Riopardense (AAR), em um domingo festivo de sol e muita cerveja - como manda o figurino. A seleção rio-pardense de futebol enfrentaria a seleção paulista de veteranos com renomados craques como Ivair (o Príncipe), Juary (o Robinho dos anos 80), Amaral (o Tal), Aylton Lira, Luís Pereira e um dos maiores ponteiros esquerdos que o MUNDO conheceu: Edu (do Santos Futebol Clube).
Pelo outro lado, os nossos esforçados “craques”: Becão, Chimbica, Agripino, Luís Pizani e... João Quessada - que teria a ingrata missão de marcar o referendado Edu, uma espécie de Garrincha da ponta esquerda. Mas, antes de falarmos da peleja, vale ressaltar que o nosso bom e próspero Quessada havia adquirido uma grande empresa, aqui mesmo na cidade, no ramo de compensados, vigas, portas e outros produtos derivados. A economia brasileira, na época, oscilava de mal a pior, de pior à péssima, e de vez em quando uma pequena luz no fim do túnel, graças aos esforços da tão surrada população-escravizada-verde-amarela... Ufa.
Então vamos ao jogo da bola... Inicia-se aquela exuberante partida; o estádio como sempre lotado. E o esperado acontece: Edu, na primeira jogada, passa por João Quessada, que mal vê a cor da bola, e, muito menos o habilidoso ponteiro.
No segundo duelo, Edu joga bola para a direita e sai pela esquerda, caracterizando o famoso “drible da vaca” no assustado lateral direito. Em um outro lance fatal para o nosso camisa dois, o ponta aplica um “chapéu”, em que o numero nas costas de sua jaqueta foi parar na barriga.
Delírio geral para os torcedores, como sempre carente de espetáculos futebolísticos. O que se passava na cuca de João Quessada era uma incógnita. O que se pensar? O que se fazer? Dar prioridade à partida ou à segunda-feira “braba” que se aproximava cheia de compromissos empresariais? Hum? Hein? De repente, não mais que de repente, um gaiato torcedor exclama ao lateral e empresário João Quessada:
- Baixa a madeira, João... Atordoado com os dribles e principalmente com a instabilidade econômica, responde de súbito:
- Cê tá louco, sô!
A resposta ao torcedor registra uma das passagens mais dignas do folclore, rio-pardense.

Do autor: Esta crônica é uma homenagem a um dos nossos excelentes atletas. Futebolista e atualmente dedicando-se ao pedestrianismo internacional. Excelente amigo e prospero empresário no ramo de madeiras em geral. Receba João Batista Quessada, o nosso abraço, o nosso carinho e admiração.

1808 – Uma história bem brasileira


Carol Ortiz
cacal.ortiz@hotmail.com

Imaginem a principal parte da história do Brasil, juntamente com fatos que abalaram o mundo todo sendo narrados por um jornalista? Pois é assim que Laurentino Gomes, um jornalista, escreveu diretamente e em relativamente pequenos tópicos, a chegada da família Real no Brasil em 1808.
Esse livro, que hoje é um dos mais vendidos no país, relata de forma didática, um dos acontecimentos mais importantes e interessantes da história do país e do mundo. Numa época em que Napoleão e seu invencível exército conquistavam vasto território no globo e ameaçavam o trono de Portugal, o Brasil, até então uma terra semi- descoberta, mergulhada no distante mundo novo, era apenas uma fonte de riqueza da corte.
Relatando toda a jornada passo- a- passo da aventura vivida por D. João VI e a princesa Carlota Joaquina, ele mostra, através de documentos históricos, toda a verdade de personagens tão pitorescos e caricatos da nossa origem. Há capítulos em que nos assustamos com o pensamento da época, há outros em que nos deliciamos com as curiosidades contadas (reparem quando relatos mostram a personalidade amedrontada e até um pouco submissa diante de algumas situações do obeso príncipe regente D. João VI). Há partes que realmente são hilárias. Acreditem se quiser (e sei que vou antecipar um pouco a leitura), mas esse mesmo príncipe medroso foi o único homem do mundo que conseguiu enganar o imperador francês Napoleão Bonaparte. Contam, inclusive, que já no exílio da prisão o imperador escreveu suas memórias e, de tudo o que viveu só deixou uma única frase para D. João: “esse foi o único homem que me enganou”.
Sem dúvidas, essa obra faz jus ao seu sucesso de vendas. É uma leitura agradável, interessante e surpreendentemente deliciosa. Como a própria capa cita, narra uma história de “como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil.”

Ciclismo, meio ambiente e qualidade de vida


Aloísio Calsoni Bozzini
acbozzini@hotmail.com

Você já parou para pensar o quanto um carro é prejudicial ao meio ambiente? Não só pela emissão de poluentes atmosféricos, mas também por outras razões?
Assistindo o programa Invenção do Contemporâneo, na Cultura, na semana passada, passei a refletir um pouco mais sobre esta questão. Um carro é produzido para transportar cerca de 1.000 quilos, mas na maioria das vezes transporta uma pessoa que tem em média 70 quilos. Ou seja, utilizamos 20% de sua capacidade quando estamos sozinhos e os outros quatro lugares ficam vagos. Além disso, o carro fica a maior parte do tempo parado enquanto estamos trabalhando, o que se traduz num alto investimento energético (pois sua produção envolve retirada de recursos naturais que não podem ser repostos) e pouca eficiência. Por outro lado, se todos os riopardenses resolvessem sair de carro e transitar pelo centro da cidade ao mesmo tempo, estaríamos vivendo um verdadeiro caos.
Mas como resolver esse problema? Que medidas as cidades têm procurado para diminuir o uso e o fluxo de carros?
Em vários locais do mundo, as bicicletas têm sido uma das opções adotadas. Ela consegue fugir do trânsito estressante e dos preços do transporte público. Além de contribuir para o lazer e trazer benefícios imediatos à saúde. Estudo realizado na Dinamarca indicou que o hábito de andar de bicicleta pode reduzir o risco de mortalidade por doenças crônico-degenerativas, como diabetes e hipertensão.
São José do Rio Pardo apresenta um relevo acidentado, o que deixa a atividade mais dinâmica. É importante ressaltar que temos, além de morros, locais mais planos, inclusive vias que integram vários bairros da cidade.
Tenho notado como ciclista, que a população riopardense tem optado cada vez mais pelas bicicletas, embora falte muita estrutura e uma educação para os motoristas e ciclistas. Estacionamentos próprios, ciclovias, sinalização, campanhas educativas tanto para ciclistas como para motoristas; estímulos para os esportistas ciclistas riopardenses participarem de eventos são algumas das propostas que poderiam contribuir para o desenvolvimento do ciclismo em nossa cidade.
Uma política voltada para essa prática é necessária e viável. Poderíamos ser referência inclusive para outras cidades. Seria um marco para São José!
É importante destacar que os ciclistas têm sua disciplina regulamentada pelo Código Brasileiro de Trânsito e que é importante, antes de adotar esta prática, uma consulta a um médico e utilizar no mínimo os equipamentos de proteção (óculos de proteção; capacete; luvas; roupa adequada; tênis; garrafa de água; e ferramentas). Por uma cidade que respeite mais o meio ambiente e os seus habitantes, é a hora e a vez das bicicletas.

Esporte: O atrativo e o atrator


Rafael Kocian - professor de Educação Física

Quando pensamos no esporte atual não podemos perder de vista o fato de que o esporte deixou de ser uma atividade com um fim em si mesmo. Passou a ter forte concepção de espetáculo e consequentemente um atrativo comercial, seja para patrocinadores, investidores e torcedores. Deve ser por esse motivo que cada vez mais quem assiste a um jogo ou exibição está mais e mais exigente.
Vale notar que nas últimas rodadas do campeonato paulista de futebol o público tem crescido, em especial nos jogos dos grandes clubes que disputam uma vaga na semifinal, mas também no dos clubes não tão populares, mas que fogem da degola do rebaixamento. A torcida tem papel importante em momentos decisivos, positivamente ou negativamente, isso não significa que casa cheia ganhe jogo, mas se a torcida for utilizada de maneira favorável, pode ajudar e muito. Interessante também que a presença de torcida não está diretamente relacionada com a conquista de vitórias ou espetáculo, vale lembrar o caso do Corinthians quando estava 23 anos na fila de espera por um título, seus jogos lotavam, ou então prestes a cair para série B que a torcida marcava presença e protestava. Em jogos normais ou finais a fiel torcida corintiana marca presença, vale pensar será que o Corinthians é um time que tem torcida ou uma torcida que tem um time?
Com a torcida do São Paulo verificamos que ela também é fiel ao clube, mas em partidas da Libertadores da América, o título mais cobiçado pelos clubes brasileiros no ano. A torcida do Santos, ao menos esse ano, compareceu em maior número quando o time jogou em São Paulo, no Pacaembu, do que em seu próprio estádio a Vila Belmiro, em Santos. O fato é que o correm situações especiais que levam o torcedor a querer marcar presença na partida, seja a presença do Ronaldo, jogando bem ou não, seja a vinda de, Bernardinho ou Maurren Magi, todos ídolos do esporte para você, para nós ou para outros. Quando o atrativo abaixa ou não existe, organizadores tentam mudar algo para tornar o evento mais popular e consequentemente atrair mais patrocínio, é o caso da nova fórmula 1, com novas regras se tornou mais interessante.
Agora vale repensar alguns conceitos, antigamente um jogo de seleção brasileira de futebol parava o país e ingressos esgotavam rapidamente, pelo balanço publicado no site da CBF, algo não vai bem. Nas três últimas partidas do Brasil em casa tivemos: 32% do estádio Engenhão vazio no jogo contra a Bolívia, 41% do Maracanã vazio contra a Colômbia e por fim, 40% do estádio Beira-Rio a ver navios contra o Peru. É de se pensar no que está acontecendo!

Prato do Dia: Yakisoba


Odair Corsini
odaircorsini@ig.com.br

(Receita do casal Charles e Márcia João)



Ingredientes
1 quilo de filé de frango cortado em cubos
1/2 quilo de lombinho de porco cortado em tirinhas
20 g shiitake seco
2 pacotes de 500g de macarrão para yakisoba
6 cebolas médias cortadas em pétalas grandes
3 cenouras medias fatiadas
½ repolho pequeno cortado grosseiramente
1 maço de brócolis aferventado e cortado em pequenos buquês
1 couve-flor pequena aferventada e cortada em pequenos buquês
200g de ervilha torta
300g de vagem cortada em 2 ou 3 partes
1 pimentão de cada cor cortado em tiras (verde, vermelho e amarelo)
5 colheres de cebolinha verde picada
3 colheres de sopa de maisena
300 ml de shoyu
2 xícaras de café de saquê
2 colheres de sopa de gengibre ralado
Um punhado de sementes de gergelim torrado
4 colheres de sopa de óleo de gergelim
1 litro de água fervente
Óleo para fritura

Modo de preparar
Coloque o shiitake de molho em água fria por 10 minutos. Corte em tiras finas, escorra bem. Numa panela coloque 1 colher de óleo e frite o shiitake. Coloque 2 colheres de shoyu, tampe a panela e deixe cozinhar até ficar quase enxuto. Reserve.
Tempere o frango com 2/3 do gengibre e pouquíssimo sal. Reserve. Faça o mesmo com a carne de porco usando o restante do gengibre.
Numa panela aqueça bem 3 a 4 colheres de sopa de óleo. Despeje dentro o frango deixe refogar em fogo bem alto. Tampe a panela para cozinhar na própria água que vai se formando dentro. Quando estiver bem frito, acrescente 1 xícara e ½ de café de saquê e 6 colheres de sopa de shoyu. Desligue quando ficar quase enxuto. Reserve.
Proceda da mesma forma com a carne de porco, utilizando o restante do saquê e 4 colheres de shoyu. Reserve.
Coloque para ferver água o bastante para o macarrão que deve ser cozido com sal durante 4 a 6 minutos até ficar “al dente”. Escorra passando antes em água fria. Aqueça 1 a 2 colheres de sopa de óleo, algumas gotas de óleo de gergelim e frite a cenoura até ficar “al dente”. Despeje 1 a 2 colheres de sopa de shoyu e deixe tomar gosto. Desligue e reserve. Proceda da mesma forma com todos os outros 7 legumes separadamente. Mantenha-os aquecidos dentro do forno.
Frite o macarrão em pequenas porções em óleo bem quente, até ficar dourado. Espalhe o macarrão em dois refratários grandes e mantenha-o aquecido.
Enquanto isso, coloque a água fervente numa panela grande, coloque o restante do shoyu, a maisena dissolvida em um copo de água e o restante do óleo de gergelim. Coloque as carnes e o shiitake, deixe levantar fervura e desligue. Adicione os legumes e misture bem.
Coloque tudo sobre o macarrão e mexa delicadamente. Salpique a cebolinha verde e o gergelim torrado e sirva imediatamente

Momento Espírita: A videira e os frutos

Grupo Espírita Hilário Silva

Pouco antes de ser preso e crucificado, Jesus deu várias instruções aos discípulos. Em uma delas, comparou-Se à videira verdadeira e apresentou Deus como o lavrador. Disse que todo ramo que estivesse Nele e não produzisse frutos seria arrancado pelo Senhor da Vida. Mas, que todo ramo produtivo seria limpo por Deus, a fim de que produzisse mais ainda.
Esses curtos enunciados ensejam vastas reflexões. O cristão deve ser o sal da Terra e a luz do Mundo. Ele precisa ser um fator de progresso e transformação nos ambientes em que se movimenta. É indigno afirmar-se cristão e viver de forma corrupta.
Segundo as palavras do Cristo, quem está Nele precisa produzir frutos. A oportunidade da reencarnação é valiosa. O número dos Espíritos desencarnados é muito superior ao dos encarnados. Cada existência é objeto de minuciosa preparação. O Espírito analisa sua consciência, identifica suas necessidades de aprendizado e os equívocos que precisa reparar, a fim de conquistar a paz. Auxiliado por seres mais sábios, faz um projeto de trabalho, aperfeiçoamento e superação. Com o aval de seus mestres, pleiteia a oportunidade do renascimento, sob a promessa de fazer o seu melhor. Assim, a vida na Terra não representa um piquenique ou um largo desfrutar de sensações.
É preciso utilizar ao máximo os recursos de que se dispõe. As oportunidades de encarnações são disputadas e longamente reclamadas. Contudo, ainda mais difícil é conseguir o renascimento em condições equilibradas. Família bem formada, saúde, acesso à educação e cultura são verdadeiros tesouros. Na maioria das vezes, representam acréscimo de misericórdia, haja vista o status de devedores da ampla maioria dos Espíritos. Nessas condições, a bondade Divina permite que equívocos do pretérito sejam reparados na forma de trabalho ativo no bem.
Tendo isto em mente, reflita sobre a forma como você tem utilizado os recursos com que a vida o brindou. O mundo é melhor por que você está nele? Você é rigorosamente honesto no cumprimento de seus deveres? Sua vida é um exemplo de retidão para os que o rodeiam? A bondade e a pureza marcam seus atos e palavras? Você se preocupa com o coletivo e procura ser útil ao semelhante? Ou apenas vive um dia depois do outro, permitindo-se tudo o que a cultura mundana reputa como normal?
Lembre-se de que é preciso dar frutos para merecer a graça de redimir-se no trabalho do bem. Caso contrário, a vida tratará de remanejar as bênçãos da saúde, do trabalho e do equilíbrio em favor de outros mais dispostos e fiéis. A seiva que você não dissemina secará ao seu derredor. Conforme a imagem evangélica, a oportunidade será arrancada de suas mãos. Pense nisto!

Logosofia: Por uma ética mais humana

Nagib Anderáos Neto

Há pessoas que têm grande dificuldade em expor o pensamento. Outras, falam demais. Não falar é tão prejudicial como falar demais.
Para a Logosofia, “quem pensa bem se esforça por falar melhor.” E falar melhor não é falar demais, senão ser preciso, conciso e claro. Há uma correspondência direta entre o funcionamento harmônico da inteligência e a capacidade de transmitir com clareza e simplicidade o pensamento através da palavra. Quando se fala demais, extasiando-se com o sonido das próprias palavras, admirando os volteios da imaginação insuflada pelo enganoso sopro da vaidade pessoal, acaba-se por falar coisas sem sentido que em nada contribuem para os pacientes e sofridos ouvidos dos que se vêem na contingência de suportar o falastrão.
González Pecotche explica em seu livro Deficiências e Propensões do Ser Humano que muitas pessoas têm esta falha psicológica, a verborragia.
E aconselha, para quem padece deste mal, que se procure “falar menos e pensar mais, recordando que o excesso de palavras soa oco e que ninguém leva a sério a quem fala muito; se alguma vez diz algo importante, corre o risco de passar inadvertido. As palavras não devem ser desperdiçadas porque poderiam faltar quando se necessitasse que seu peso influísse em alguma circunstância decisiva da vida.”
Por outro lado, o mutismo é tão prejudicial quanto a verborragia; e por detrás dele pode estar um outro pensamento - deficiência tão prejudicial como aquele já mencionado: a inibição ou curteza mental que leva à subestimação de si mesmo, ao temor de expressar o que se pensa e o que se sente. Diz González Pecotche na obra mencionada que “a inibição é má companhia, e quanto antes possa livrar-se dela, mais comodamente colocar-se-á entre os semelhantes e mais vantagens obter-se-á com esta nova forma de ser”. “Aquele que em verdade queira escapar de seu domínio fará da resolução o seu forte, e, tantas vezes quantas sejam necessárias, repetirá mentalmente que deve ser valente, que nada deve temer, procurando, desde logo, estar a tom com o que pensa.”
O importante é procurar combater as tendências negativas mencionadas em nós mesmos ao invés de estar a apontar, cruelmente, os defeitos nos demais, sem nos dar conta de que o feio que vejamos em nosso semelhante deva ser para nós uma lição, pois certamente deveremos ter os mesmos defeitos, as mesmas dificuldades.
Esta nova ética poderia contribuir para uma convivência mais harmônica entre os seres humanos.

Ano VI - Edição 113 - São José do Rio Pardo - SP - 04 de abril de 2009

MANDE SUA SUGESTÃO, CRÍTICA, ELOGIO, ETC
Envie uma mensagem no endereço abaixo e ajude a fazer um novo jornalismo!
dasilva@ciranda.net
Deixe a sua opinião sobre as notícias diretamente no Blog clicando nos links "Comentários"
E vote nas nossas enquetes acima!!!!

Mafalda para salvar o Mundo


Fórum da Mogiana: Participantes de outras cidades terão alojamento

Pensando na acomodação dos participantes que virão de outras cidades para as atividades do Fórum Social da Mogiana, o Comitê Organizador do evento está viabilizando junto à Faculdade Euclides da Cunha (FEUC) um local seguro onde eles possam dormir.
O evento, primeiro da região, está sendo preparado junto com a Faculdade, nos dias 15, 16 e 17 de maio em São José do Rio Pardo.
Já foi confirmada a presença do senador Eduardo Suplicy e do jornalista e editor do jornal Brasil de Fato, Alípio Freire. Nos próximos dias a organização do Fórum deverá discutir os detalhes do evento e a forma de credenciamento
O Fórum será um espaço aberto para o aprofundamento da reflexão, o debate democrático de idéias, a formulação de propostas, a troca livre de experiências e a articulação para ações eficazes, de entidades e movimentos da sociedade civil que se opõem ao neoliberalismo e ao domínio do mundo pelo capital e por qualquer forma de domínio.