Momento Espírita: Os bons são maioria

Grupo Espírita Hilário Silva 

Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperançosa. Espalhados pelas cidades, vários outdoors revelavam alguns dados estatísticos muito interessantes. Eis alguns deles: “Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos. Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue; enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil; para cada tanque fabricado no mundo, são feitos cento e trinta e um mil bichos de pelúcia; na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo; para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos “bem-vindo”; enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.” Existem razões para acreditar. Os bons são maioria. Estamos precisando de visão otimista e positiva como esta em nosso mundo. Aqueles que desejam ver o mundo em pânico e se alimentam de notícias ruins – pois dizem que são essas que vendem – não podem mais controlar nossos sentimentos. Nós, como consumidores de notícias, de informações, devemos mostrar que desejamos também ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas. Se analisarmos qualquer noticiário, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande dominação das notícias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto. Não é bem assim. Muito de bom está sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises políticas, etc. O bem está sendo construído no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plantão dizendo que não ou mesmo se negando a ver. O que acontece é que, muitas vezes, os bons ainda são tímidos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados. Allan Kardec, em O livro dos Espíritos, questiona, no item 932: “Por que, no mundo, os maus têm geralmente maior influência sobre os bons?” Eis a resposta que obteve dos Espíritos: “É pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes últimos quiserem, dominarão.” Permaneçamos refletindo sobre esta última afirmação: Quando os bons quiserem, dominarão.Reflitamos qual nosso papel nesta mudança. O que posso fazer para ter parte nesta dominação pacífica e definitiva do bem na face da Terra? Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem à sombra que seus dias de dominação estão contados. Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou. Façamos parte desta transformação de alegria que tomará conta do orbe. Amemos mais.Participemos mais. Mãos à obra.
Ano VIII - Edição 237 - São José do Rio Pardo - SP - 05 de novembro de 2011 
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Fórum Social da Mogiana se consolida em sua 3ª edição

Com temas diversificados e um ótimo público, o Fórum Social da Mogiana (FSM) se consolidou em sua terceira edição. Foram aproximadamente duas mil pessoas em quinze dias de atividades realizadas em seis dias de evento, todos com muitas discussões, debates e temas culturais. Foram quatro peças de teatro e uma apresentação de dança. “O que demonstra a preocupação da organização do evento em valorizar as expressões culturais de nossa região”, comentou o idealizador do evento Miguel Paião. O Fórum é realizado pelo Comitê Organizador e Faculdade Euclides da Cunha (FEUC) com apoio total da Prefeitura de São José do Rio Pardo e Associação Comercial e Industrial (ACI). Ele também conta com as parcerias da Câmara Municipal, Mixagem Web Rádio, agência Rossi & Salles, os jornais da Silva e Democrata, Portal Rio Pardo, Casa de Cultura e Cidadania e também as escolas ETEC Paula Souza, Dr. Cândido Rodrigues, Euclides da Cunha, Laudelina de Oliveira Pourrat e Stella Couvert Ribeiro. Segundo Paião, o FSM é um espaço aberto de encontro plural e diversificado que estimula, de forma descentralizada, o debate, a reflexão, a formulação de propostas, a troca de experiências e ações concretas para construção de um mundo mais solidário e justo. “A FEUC participa do Fórum porque acredita em iniciativas que tratam de temas atuais de nossa cidade e região. Isso é importante e rico, pois nos faz refletir sobre uma série de problemas e oportunidades que estão a nossa volta e que na maioria das vezes não percebemos”, disse o vice-diretor da FEUC, Ary Menardi Junior.
 
Arte no Mercado 
Na noite de quinta-feira, 27, primeiro dia do evento, no Mercado Cultural, os alunos do curso de Artes da FEUC surpreenderam o público com o “Teatro de Bonecos” foram quase quarenta minutos de espetáculo e muita criatividade. Em seguida, no mesmo espaço, o grupo Boca de Cena, da cidade mineira de Muzambinho, subiu ao palco e levou a platéia aos risos com a hilariante comédia “Uma Orquestra de Senhoritas”. Já na sexta-feira, 28, às 20h, o Teatro Cara e Coragem, de Caconde, esteve no palco da Fábrica de Expressão encenando “Krake - Aviltadas!”, uma peça baseada no livro homônimo do artista e diretor Asdrúbal Serrano, que utiliza das técnicas do teatro do oprimido, do dramaturgo Augusto Boal, para contar a história de jovens de rua em situação de dependência química, risco de morte e de muita violência. Segundo o vice-diretor da FEUC, Ary Menardi Junior, a peça serviu de pano de fundo para mostrar a triste realidade da sociedade brasileira “que não consegue dar conta deste mal perverso que chegou a todas as cidades, grandes e pequenas, e que está acabando com a juventude, de todos os níveis sociais”. Após a encenação foi realizado uma mesa redonda composta pelo prefeito, João Luís Cunha, o promotor de Justiça, José Claúdio Zan, Asdrúbal Serrano e Irmão Rodrigo, fundador da comunidade Deus Proverá, que discutiram o tema “Crack. O que fazer?”. Em seguida, no mesmo local, participaram da mesa redonda sobre “Crack? O que fazer?”, o prefeito João Luís Cunha, o fundador da Comunidade Deus Proverá, Irmão Rodrigo, o escritor e diretor do teatro, Asdrúbal Serrano, e o promotor de justiça e dos Direitos da Criança e Adolescente, José Cláudio Zan. Na noite de sábado, 29, também no Mercado Cultural, o Cena IV Shakespeare Cia., de São João da Boa Vista, apresentou a peça “MilkShakespeare”, uma adaptação de trechos das principais obras do dramaturgo inglês. A peça Romeu e Julieta, inicialmente divulgada pela organização do Fórum, não pôde ser encenada em razão da falta de estrutura do local. “Romeu e Julieta possui trechos fortes que exige um ambiente propício, que não seria possível criar no Mercado Cultural, por isso optamos em trazer a peça “MilkShakespeare”, que é mais apropriada para apresentações neste tido de local, mas que também é riquíssima em detalhes. Ela traz em pequenos trechos o que há de melhor de William Shakespeare”, disse a diretora Zeza Freitas antes dos atores entrarem em cena. Ao mesmo tempo, disse ela, foi a forma que o grupo encontrou de mostrar ao público como é gostoso ver e ouvir os personagens imortalizados por Shakespeare. Ainda como parte das atividades do Fórum, na abertura dos trabalhos na noite de segunda-feira, 31, os alunos de dança da Casa de Cultura e Cidadania apresentaram a coreografia “As bonecas”, na seqüência houve a exibição de Portagem (jogo de acrobacia de solo onde os envolvidos necessitam de equilíbrio, força e concentração) pelos educadores e alunos de circo da Casa. O espetáculo chamou a atenção e tirou muitos aplausos do público presente. Em seguida, a deputada Ana Perugini proferiu a palestra sobre a “A legislação, os direitos e a participação das mulheres em nossa sociedade” As duas atividades ocorreram, também, no espaço do Mercado Cultural. Antes da palestra, a deputada concedeu entrevista para as rádios comunitárias Maria e Esperança FM. A gravação deverá ir ao ar no próximo sábado, 5, às 11h.

Crack é tema de debate no Fórum Social da Mogiana

Na última sexta-feira, 28, o Fórum Social da Mogiana contou com uma programação importante para as discussões das 21 cidades da região que formam a média Mogiana. Começando com a palestra à tarde na Câmara Municipal sobre “Os Direitos da mulher e sua participação na sociedade”. A palestrante convidada foi a Conselheira Nacional dos Direitos da Mulher, Vera Machado. Vera conduziu o debate com o auxílio dos participantes sobre o papel da mulher na sociedade moderna e como ela pode interagir com os poderes executivo, judiciário e legislativo e também mostrando sua força na sociedade. À noite, na Fábrica de Expressão, o Teatro Popular Cara e Coragem, de Caconde, apresentou a peça “Krake - Aviltadas!” - uma peça baseada no livro homônimo do artista e diretor Asdrúbal Serrano, que utiliza das técnicas do teatro do oprimido, do dramaturgo Augusto Boal, para contar a história de jovens de rua em situação de dependência química, risco de morte e de muita violência. Em seguida, no mesmo local, participaram da mesa redonda sobre “Crack? O que fazer?”, o prefeito João Luís Cunha, o fundador da Comunidade Deus Proverá, Irmão Rodrigo, o escritor e diretor do teatro, Asdrúbal Serrano, e o promotor de justiça e dos Direitos da Criança e Adolescente, José Cláudio Zan. Para iniciar a discussão, Irmão Rodrigo falou sobre as atividades desenvolvidas na “Casa de Acolhida Maria Mãe dos Pobres”. Criada em setembro de 2010, o trabalho desenvolvido na Casa consiste no acolhimento e acompanhamento de dependentes químicos em recuperação após o termino do tratamento realizado em uma clinica de recuperação. “A Casa funciona como sistema de semi-internato por seis meses, onde através da espiritualidade, trabalho e convivência, o interno é reconduzido a atividades diárias da vida em sociedade”. Segundo Rodrigo, no local há toda assistência médica, espiritual e também muitos afazeres. “Em breve queremos oferecer estudo continuo, pois a maioria dos ex-dependentes não concluiu o ensino fundamental”. Asdrúbal contou sobre o trabalho dos “multiplicadores” do bem, que ampliam seus conhecimentos sobre os perigos e a influência das drogas - reação e término. “Com o trabalho que realizamos com o teatro, os jovens aprendem a se posicionar perante os perigos da sociedade, principalmente as drogas. Eles participam de capacitações para multiplicar e estender seus conhecimentos”. Já o promotor foi enfático em sua fala. “As pessoas não têm noção da dimensão desta droga. O crack não destrói só o usuário, ele destrói toda a família, e conseqüentemente toda a sociedade. Um exemplo do seu perigo está dentro das penitenciarias, lá os presos já perceberam o poder de devastação desta droga e por isso não admitem que ela entre em seu ambiente, pois eles sabem o quanto ela desestabiliza uma sociedade e toda sua hierarquia. E dentro de uma penitenciária, onde há regras próprias, um desequilíbrio desestabiliza a hierarquia e vira uma bagunça. Eles já sabem o mal que o crack faz a sociedade, mas parece que as pessoas livres ainda não perceberam”. Para o promotor o as drogas lícitas como álcool e o cigarro são a porta de entrada para o uso das drogas ilícitas. Para fechar o debate, o prefeito João Luís Cunha, falou sobre os projetos e obras municipais que estão sendo realizadas para ocupar o tempo de jovens e crianças. “Estamos com programas e projetos para que as crianças, adolescentes e jovens tenham uma ocupação durante o dia e possam ficar longe das drogas. Temos escolas que desenvolvem atividades em outro turno, fora do horário de aula. São oferecidos internet e curso de informática gratuito nos telecentros, atividades no projeto Tuca, projeto Guri, Pólo do Conservatório de Tatuí com diversas aulas de música, oficinas de teatro, danças, músicas, pinturas oferecidas pela Fábrica de Expressão, Casa de Cultura e Cidadania com diversas atividades sócio-culturais, isso sem falar nas escolinhas do Departamento de Esporte e Cultura (DEC)”. O prefeito disse também que por meio do programa “Escola de Pais”, os responsáveis pelos alunos estão tendo oportunidade de participarem mais da vida dos filhos. O programa foi inserido em toda a rede municipal com objetivo de integrar os alunos, a escola, a família e comunidade em ações conjuntas para o progresso educacional das crianças. Após as considerações do prefeito, a palavra foi passada ao público para que pudessem fazer perguntas e comentários sobre o tema debatido na mesa. 

Falta empreendedor na região, diz Golfeto

Vicente Golfeto
Segundo o professor Antônio Vicente Golfeto, além da questão geográfica, outro fator que pode estar relacionado ao desenvolvimento da região, que é pequeno se comparado as regiões de Ribeirão Preto e Campinas, é a falta de empreendedorismo. Golfeto é professor universitário e comentarista econômico do jornal da Clube, emissora afiliada a Rede Bandeirantes de Televisão, na cidade de Ribeirão Preto. Ele esteve em São José do Rio Pardo na tarde do último sábado, 29, na FEUC, participando da terceira edição do Fórum Social da Mogiana. Dentre as pessoas da platéia, estava Thérsio Gonçalves, que foi saudado de forma especial pelo palestrante. Thérsio foi presidente da Associação Comercial (ACI) de São José do Rio Pardo e amigo de Golfeto. “Nesta região grande parte do dinheiro está aplicado em cadernetas de poupança ou em títulos, ou seja, as pessoas não estão investindo, enquanto que em Ribeirão, por exemplo, o dinheiro está sendo usado para construção de novas lojas, em abertura de novos negócios, criando novos empregos, é isso que vai ajudar a incentivar o desenvolvimento”. Citou também a necessidade da população buscar apoio de políticos que possam contribuir para que a cidade ou região se tornem mais atrativas, com universidades públicas, de preferência, infraestrutura, estrada com pista dupla, “mas tudo isso precisa de comprometimento e força política.” Para o professor Golfeto, o empreendedor é quem sabe transformar um problema numa solução. “É mais difícil conseguir uma boa ideia do que dinheiro para transformar esta ideia em realidade”. Por fim, disse que antes de abrir uma empresa, é necessário avaliar se os recursos financeiros disponíveis são suficientes para custear despesas até que o negócio comece a dar retorno ao investimento. Simão Pedro Duas horas antes, no Salão Nobre da Escola Estadual Euclides da Cunha, o deputado Simão Pedro e o estudante de Ciências Sociais pela UFSCar, Álvaro Lorencetti Brolo, falaram sobre “Políticas Públicas para a Cunha”. O debate foi acompanhado por alunos da FEUC, rio-pardenses de modo geral e também participantes das cidades de Santa Rita do Passaquatro, Caconde, Divinolândia, São Sebastião da Grama, Mogi Guaçu e São João da Boa Vista. É o terceiro ano consecutivo que o deputado participa do evento. “Parabenizo a iniciativa dos organizadores em promover o Fórum Social da Mogiana, que se consolida nesta terceira edição”. Simão Pedro foi professor de Sociologia na UNIFAE, em São João da Boa Vista e possui forte vínculo com São José do Rio Pardo e todas as cidades circunvizinhas. Ainda no sábado, só que pela manhã, no Salão da FEUC, ocorreu a mesa redonda “Subjetividade - Bullyng, Homofobia e a Questão Racial”, com a participação do professor Marcos Paulo Pereira, presidente da Interação Cultural Protea, de São João da Boa Vista, do psicólogo Carlos Eugênio Alves e da militante e Assistente Social e Promotora Legal Popular, Rosa Miranda. O debate teve início às 9h30 e se estendeu até às 12h40 com um público de mais de 100 pessoas. As atividades do sábado se encerraram com a apresentação do grupo de teatro Cena IV, no Mercado Cultural. 



Ponto de coleta de lixo tecnológico

São José do Rio Pardo está fazendo uma campanha para dar o destino correto para os equipamentos eletrônicos que estão fora de uso e não podem ser descartados em lixo comum. O ponto de coleta está fixado na Câmara de São José do Rio Pardo, praça dos Três Poderes, 2. A atividade, que rendeu até matéria na EPTV Central, é uma iniciativa do Comitê Organizador do Fórum Social da Mogiana, ETEC Paula Souza e Câmara. De acordo com o professor e coordenador do projeto, Ronaldo Luiz de Paula, o objetivo é levar conscientização para os moradores. “Para as pessoas criarem o hábito. Ao invés da pessoa descartar de modo incorreto, que traga para a gente. A gente faz uma triagem completa na ETEC de todos os materiais e uma empresa faz a coleta e reaproveita adequadamente”, disse. Paula ainda destaca a importância do descarte correto de pilhas e baterias. “A gente não deve descartar em lixo comum, sempre em um lixo correto. E nós estamos fazendo essa coleta”, explicou. Segundo o Coordenador Pedagógico da Paula Souza, professor Carlos Onofre de Paula, o projeto começou a ser implantado pela unidade de São José do Rio Pardo este ano dentro da própria escola. “Primeiro fizemos a conscientização de nossos alunos, dos três períodos, e agora com essa parceria com o Fórum e com a Câmara, estamos levando a nossa ideia para fora da instituição”. O professor Ronaldo explicou que o resíduo ou lixo, é qualquer material considerado inútil, supérfluo, ou sem valor, gerado pela atividade humana o qual precisa ser eliminado ou descartado. “Já o lixo tecnológico é o nome dado aos resíduos oriundos da rápida obsolescência de equipamentos eletrônicos como televisores, computadores, celulares, placas eletrônicas diversas, pilhas, dentre outros”.

Terceiro setor e Agricultura familiar também foram temas de discussão no Fórum

Aloísio Calsoni Bozzini (Bibo) e Felipe Quessada
Na quinta-feira, 27, duas importantes atividades marcaram o primeiro dia do Fórum Social da Mogiana, a primeira foi a palestra sobre a “Organização e Gestão do Terceiro Setor (Entidades civis Organizadas/ Projetos Sociais/ ONGs/ OCIPs) e a segunda, uma mesa redonda tratando a questão da “Agricultura Familiar e Agroecologia”. Os dois eventos foram realizados no auditório da Secretaria de Turismo – localizado mo piso superior do prédio da Biblioteca “Monteiro Lobato” – centro. A palestra sobre o Terceiro Setor ocorreu no período da manhã com um público jovem e animado da escola “Dr. Cândido Rodrigues”. A palestra foi proferida pelo professor Mário Cobianchi, que é presidente da Comunidade Farol de Indaiatuba. Cobianchi explicou a importância, hoje, do terceiro setor na sociedade, sua função e também sobre a forma de se criar uma ONG e se conseguir recursos. No período da tarde, Aloísio Calsoni Bozzini (Professor Bibo) coordenou a mesa temática sobre Agricultura, que contou com a participação do secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Felipe Quessada, e do delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Wellington Diniz Monteiro. Quessada procurou enfatizar as políticas de incentivo a agricultura adotada pela atual administração do município, como a implantação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do Governo Federal, que por meio da CONAB adquire a produção do pequeno agricultor e repassa os alimentos gratuitamente às entidades assistenciais, hospital, creches e escolas. Também citou o trabalho de manutenção dos 800 km de estradas rurais, que facilita o escoamento de produção agrícola do município. Já o delegado do MDA, falou dos trabalhos desenvolvidos na pasta em que está inserido e também das políticas publicas para agricultura adotada pelo governo federal “que está contribuindo para o pequeno produtor”. Salientou que Ministério está trabalhando sistematicamente para que haja oportunidade de trabalho digno para todas as famílias que desejem trabalhar no campo. Para isso, o governo federal tem adquirido terras devolutas e para a reforma agrária. “Inclusive o MDA tem informações de que em São José do Rio Pardo há uma fazenda que está parada e que pode ser utilizada para reforma agrária”.

Os diretos da mulher e sua participação na sociedade

Cerca de 30 pessoas estiveram na tarde de sexta-feira, 29, na Câmara de São José do Rio Pardo participando do debate com Vera Machado, do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher. Militante e aguerrida nas causas em defesa da mulher, Vera Machado, deu uma verdadeira aula de cidadania, respeito e igualdade. “Não queremos ser iguais aos homens, o que queremos é ser respeitadas. Não podemos aceitar sermos rebaixadas em nosso trabalho, em casa ou em qualquer outro lugar”. Segunda Vera Machado, as mulheres têm que se organizar para lutar pelas suas reivindicações como maior participação na política, garantia de educação e creches como direitos das mulheres e crianças. “A violência não é só a violência física, há também a violência moral, o assédio no dia a dia e isso tem que ser sistematicamente combatido, por homens e mulheres”.

Pedágio abusivo é tema de discussão no Fórum da Mogiana

Como parte das atividades do terceiro Fórum Social da Mogiana, o coordenador do Movimento Estadual contra os Pedágios Abusivos de São Paulo, José Matos, esteve na Câmara Municipal de São José do Rio Pardo e ocupou a Tribuna Livre para falar sobre o tema e convidar os vereadores e toda população para participarem do Dia de Ações de Combate aos Pedágios que acontecerá em vários municípios no próximo dia 25. Segundo José Matos, São José está em uma das regiões mais ricas do Estado só que acaba sendo prejudicada pela grande quantidade de pedágios que há entre ela e a Capital. Essa política do Governo do Estado inviabiliza o crescimento das cidades do interior. “Quem compra um produto em uma mercearia num bairro aqui em São José, automaticamente também está pagando pedágio, pois no preço final do produto está embutida a tarifa cobrada pelas concessionárias das rodovias e nós, muitas vezes, não damos conta disso. Essa transferência de ônus também ocorre com os ônibus intermunicipais que repassam para o passageiro o preço do pedágio. Com isso percebemos que o custo de vida em uma cidade no interior hoje já não é mais tão barato quanto era antes”. Em relação à praça de Itobi, o valor de R$ 6,60 que é cobrado deve ser discutido. “Sabemos que os moradores da cidade vizinha possuem um desconto, só que provavelmente lá deve ter ocorrido alguma mobilização e discussão, o que também deve ser feito também em São José. “Queremos uma relação de equilíbrio. Ninguém está falando em não ter pedágio”. Para Matos, o modelo de concessão de São Paulo é totalmente equivocado e prejudica os usuários. “São Paulo optou pela concessão onerosa, em que o governo cobra pela outorga e beneficia as empresas concessionárias, em detrimento do usuário”, alertou. Segundo ele, de 1998 a 2009, o governo de São Paulo arrecadou R$ 8,4 bilhões de outorga, uma espécie de aluguel que as concessionárias pagam para o governo e que aumenta o valor das tarifas de pedagiamento. O Movimento Estadual contra os Pedágios, afirma Matos, é a favor do modelo adotado pelo governo federal, em que não há outorga e as tarifas são menores porque o leilão dos trechos concedidos busca o menor preço e dispensa outorga. Ele também aponta inconsistências na concepção do pedágio. “Pedágio é tarifa não é imposto, então tarifa paga-se pelo uso, como água, telefone”, propõe. Um exemplo desse problema é o trajeto Indaiatuba – Campinas, que se resume a 20 quilômetros, mas a cobrança é pelos 62 quilômetros disponíveis, ao custo de R$ 8,80. “O justo seria pagar pelos quilômetros rodados?, avalia. “Sem a outorga, o valor seria ainda menor,” estima. O coordenador questiona ainda a Taxa Interna de Retorno (TIR), que, na prática, é o lucro das concessionárias no estado de São Paulo. “A TIR nas rodovias federais pedagiadas é de 8,5% e nas estaduais 20%, o que é desnecessário e injusto”, aponta. Ações - Movimento Estadual contra os Pedágios, coordenado por José Matos, irá realizar no dia 25 de novembro o Dia de Ações de Combate aos Pedágios Abusivos de SP. “Convido os vereadores e toda população a participarem deste movimento. Na região ele pode ser realizado aqui em São José do Rio Pardo e em São João da Boa Vista. A forma de ação deve ser discutida dentro de cada município, mas a princípio ele deve atuar em duas frentes de mobilização: uma delas será manter o foco nas questões pontuais de cada cidade, levando em consideração as suas especificidades e os impactos sofridos pelas praças de pedágios em seu raio de influência; a outra, em linha mais genérica, centrada na discussão do modelo de concessão de rodovias, instituído pelo Governo do Estado de SP, e nas propostas de um formato alternativo que promova o equilíbrio das relações entre os usuários dos sistemas rodoviários e as concessionárias”. A intenção é que o término das ações de cada município seja na cidade de Campinas. Segundo Matos é importante que os municípios se articulem com suas Câmaras Municipais para a aprovação de Projeto de Lei que institua a data base de reajuste das tarifas de pedágios, 1º de Julho, como o Dia da Luta Contra os Pedágios Abusivos no Estado de SP. O presidente da Câmara, Marco Antônio Gumieri Valério, agradeceu a presença de José Matos pelos esclarecimentos e disse que a Câmara deverá se manifestar contra o valor abusivo praticado na SP 350 e reivindicará a redução da tarifa cobrada. “É uma causa suprapartidária de interesse de todos que deve envolver todos os vereadores. Também não acredito a necessidade de se ter um pedágio em uma pista simples.” O vereador Márcio Zanetti, também se manifestou favorável a uma atitude que desonere os usuários das rodovias do Estado de São Paulo. O presidente da Câmara lembrou que a participação de Matos na Tribuna Livre estava inserida na programação do Fórum Social da Mogiana, na qual a Câmara foi parceira. “Tivemos aqui na sexta-feira, 28, às 14h, uma palestra com a Vera Machado, do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, que falou sobre os “Os direitos da mulher e sua participação na sociedade” e também aqui na Câmara foi criado um ponto de coleta de Lixo Tecnológico que deverá permanecer por mais alguns dias. Este ponto é uma parceria entre Fórum da Mogiana, Câmara e ETEC Paula Souza. Para Miguel Paião, idealizador do Fórum Social da Mogiana e membro do Comitê Organizador, a discussão sobre os preços abusivos dos pedágios é um tema que está diretamente ligado ao nosso município e região e por isso merece ser discutido de forma ampla. “Aliás, essa é a função do Fórum, criar condições e propor temas que são de interesse coletivo. Acredito que estamos cumprindo nossa função”. O Fórum Social da Mogiana é um evento realizado pelo Comitê Organizador, FEUC com apoio total da Prefeitura de São José do Rio Pardo e Associação Comercial e Industrial (ACI). No entanto, ele só é possível e viável graças ao apoio da Mixagem Web Rádio, agência Rossi & Salles, Portal Rio Pardo, jornal Democrata e jornal da Silva, Câmara Municipal, DEC e Secretaria de Turismo. E também das parcerias com as escolas Laudelina de Oliveira Pourrat, Stella Couvert Ribeiro, Cândido Rodrigues, Euclides da Cunha e ETC Paula Souza.

Processo seletivo na ProceCasa de Cultura e Cidadania

A Casa de Cultura e Cidadania, unidade São José do Rio Pardo, projeto sociocultural viabilizado pela Lei Rouanet, do Ministério da Cultura e patrocinado pela AES Tietê e Vale, abriu processo seletivo para a contratação de um Assistente Administrativo. Para concorrer a vaga o interessado deve ter ensino superior incompleto, ter domínio de ferramentas de informática (pacote Office e internet) e experiência anterior na área administrativa e em compras, além de ter bom conhecimento de Excel. Os interessados deverão encaminhar currículo até dia 9 de novembro de 2011 para o e-mail: rosanagammaro@hmelillo.com.br. Colocar no assunto: SJRP Assistente Administrativo.

Município participa do Dia Azul

Na próxima segunda-feira, 14, comemora-se o Dia Mundial do Diabetes. A Federação Internacional do Diabetes (IDF) lançou, em 2007, a ideia de iluminar de azul alguns monumentos de várias cidades espalhadas pelo mundo. Com este ato, a cidade participa ativamente da luta contra o diabetes. A Prefeitura de São José do Rio Pardo faz parte desta programação mundial. O coordenador do programa de Controle e Educação em Diabetes (CERICEDI), Fabiano Trevisan, está programando a iluminação em azul do Cristo Redentor, no Vale. Também consta na programação deixar iluminado o Altar da Pátria e a fonte luminosa da praça XV de Novembro. “Estamos juntos nesta causa. Apoiamos todas as iniciativas para o combate do diabetes. Com estes monumentos iluminados, mostraremos que São José se preocupa com esta doença. Agradeço ao prefeito João Luís Cunha pelo incentivo e por apoiar esta causa”, disse Fabiano. O motivo desta iniciativa é chamar a atenção à problemática do diabetes faz-se necessário e urgente. A IDF estima em 366 milhões o número de portadores da doença no mundo. O número de novos pacientes aumenta muito a cada ano e de maneira continuada. Muitas pessoas já são portadoras de diabetes e não sabem ou não tratam do problema, acarretando o aparecimento complicações decorrentes da falta de acompanhamento médico. Problemas cardiovasculares, cegueira e amputações de membros inferiores são alguns exemplos.

Delegação rio-pardense nos Jogos Abertos do Interior de Mogi das Cruzes

De 7 a 19 de novembro, São José do Rio Pardo estará na cidade de Mogi das Cruzes com as equipes de Atletismo PCD masculino, Judô feminino e Vôlei feminino participando do 75º Jogos Abertos do Interior. O evento contará com cerca de 15 mil atletas de 240 municípios. De acordo com o diretor de esportes, Renato Ortega (Rina), as modalidades que vão representar o município, conseguiram se classificar nos últimos Jogos Regionais que aconteceram em julho, na cidade de Mogi Guaçu. “No vôlei a equipe rio-pardense enfrentará as cidades de Franca, Tabatinga e Santa Cruz do Rio Pardo, no atletismo estaremos competindo nas provas de dardo, peso e disco com o atleta Caique, enquanto que, o atleta Sandoval estará competindo nos 100 e 1.500 metros para deficientes visuais. E no Judô, a atleta Rozilene do Carmo estará competindo na categoria ‘ligeiro’. Estamos bem representados por essa equipe campeões que já mostraram que são bons no que fazem”, disse Rina. No último sábado, 22, o professor Mário Frederico esteve representando o município no Congresso Técnico realizado em Mogi das Cruzes, onde foram abordados temas referentes ao regulamento, alojamento e sorteio dos grupos.

Cantores, ministros e pensadores...

EMÍLIO ANTÔNIO DUVA

Ué, na terra dos pampas e dos macho-chos poderá ser realizado o primeiro enlace matrimonial de mulher com mulher. Por favor, não me convidem. Parabéns, milhões de parabéns a garota Kátia Vieira Tavares, portadora de doença rara, que enfrentou o ENEM, no RJ. Exemplo a ser seguido. O governo brasileiro bem que poderia copiar o SISTEMA EDUCACIONAL DA ALEMANHA e o SISTEMA CARCERÁRIO DA HOLANDA, assim não teríamos o pulha do Zé Sarney dando as cartas. Que bom, inaugurou-se a PONTE RIO NEGRO, ligando Manaus a Iranduba, reduzindo o percurso de 22 Km para 3.5 Km. Foi gasto mais de 1 bilhão de reais, em 4 anos, e o material usado em aço e concreto ,dizem,levantaria mais de 3 Maracanãs. É o progresso (Alô Adoniram...) Não ganhei nenhuma latinha de cerveja apreendida EM UMA possível festinha, nestes dias de calor, a ser realizada no... INSTITUTOPENAL MILITAR, RJ. Este é o meu, o seu e nosso BRASIL SEM VERGONHA... Sai o Orlando entra o Aldo. Mas, meu Jesus Cristo, Charles Darwin, e, Diógenes, o da lanterna, ao que parece o irmãozinho do atual ministro de Esportes, um tal de Apolinário, está até o encravado neste recente escândalo, ou roubalheira. Dona Dilma, dona Dilma... “Todo homem pensa que todos os homens são mortais, menos ele.” (Edward Young-poeta, dramaturgo, crítico inglês) Entendeu Orlando Silva? E o Rei Roberto Carlos adquire pela bagatela de 40 milhões de reais um iatezinho de 115 pés (38 metros), já batizado por LADY LAURA IV. É o de numero 4 do excêntrico artista.Adjunto a isto,lançaram agora um livrinho alusivo ao próprio (AUTORIZADO) PESANDO 25 quilos, num precinho de R$ 6.500,00. E a bela cantora Paula Fernandes... nem aí, nem aí... Caríssimos leitores: aprendi que AQUELES QUE AMAMOS NUNCA MORREM, APENAS PARTEM ANTES QUE NÓS. Alô Luís Mendes, obrigado. Para finalizar, sem querer... Querendo: “SOMOS TODOS PASSAGEIROS DA MESMA NAVE ESPACIAL CHAMADA... TERRA. NO ENTANTO, COMO NAS CARAVELAS DOS COLONIZADORES, E NOS NAVIOS TRANSATLÂNTICOS VIAJAMOS EM CONDIÇÕES DESIGUAIS” - Frei Betto. Aquele abraço.

Momento Espírita: Antes que seja tarde

Grupo Espírita Hilário Silva 

É bastante comum pessoas, no leito de morte, desejarem aliviar a consciência. Fazem confissões apressadas de erros passados, pedindo e esperando perdão. Acreditam que, por estarem partindo, tudo será perdoado e esquecido. Não é verdade. Em algumas circunstâncias, revelações das faltas cometidas deixam, nos corações dos que ficam na Terra, muita mágoa e azedume. Mágoa e azedume que, como vibrações negativas, chegarão ao Espírito liberto, perturbando-o, na vida espiritual. Outros, antevendo a proximidade da morte, apresentam suas últimas vontades.Dessa forma, os que os assistem nessa hora final, ficam constrangidos a executá-las, gerando-lhes, por vezes, muitos incômodos. Moribundos há que desejam falar, mas não dispõem de voz, debatendo-se em aflição. Por tudo isso, pensa e age de forma diversa. Se sabes que um dia a morte te arrebatará o corpo, providencia já o que acredites necessário.Não faças, nem alimentes inimigos. Perdoa sempre. Desfaz, quanto antes, o mal entendido, para que, depois da morte, não venhas a te perturbar, por causa de remorsos, que serão tardios. Se desejas presentear alguém com o que te pertença, ou almejes adquirir, providencia de imediato.Não aguardes o tempo futuro. Ele poderá não te chegar. Faz testamento, regulariza a doação. Executa tua vontade, agora. Se pensas em reparar erros do ontem, toma logo a atitude. Não relegue a outrem o acerto dos teus desatinos. E, para que não te arrependas, depois da partida, não economizes palavras e gestos aos teus amores. Acarinha, abraça, beija. Após o desenlace, poderás desejar o retorno para dar recados e falar do amor que nunca expressastes na Terra. Poderá ocorrer que a Divindade não te permita. Ou que não tenhas as condições para a manifestação. Ou não encontres a quem falar e dizer. Por ora, podes falar e agir. Faze-o. Depois da morte, precisarás contar com quem te interprete o pensamento, quem te deseje ouvir, te sintonize. E lembra que se não semeares afeições e simpatias, enquanto no trânsito carnal, não terás frutos a recolher na Espiritualidade. Nem quem te recorde no mundo. Se almejas fazer o bem, servindo à comunidade, prestando serviço voluntário, engaja-te hoje ainda. Não aguardes aposentadoria. Dá hoje a hora que te sobra ou conquistas, entre os tantos compromissos agendados, porque poderá acontecer que não venhas a gozar os dias que esperas. Ou que, por circunstâncias que independam da tua vontade, necessites alongar a jornada profissional por mais alguns anos. Vive intensamente. Matricula-te no curso de idiomas, na aula de música, pintura, bordado. Esmera-te no aprendizado para que, ao partir, leves contigo uma grande bagagem. De braço dado com quem amas, realiza a viagem sonhada. E fotografa tudo com o coração, para não esquecer nenhum detalhe. A máquina fotográfica poderá falhar, por defeito técnico ou inabilidade de quem a manuseia.Mas o teu coração não esquecerá jamais o que viveu amorosamente. Feito tudo isso, se a morte chegar, de rompante ou te abraçar de mansinho, poderás seguir sem traumas, sem medos, em paz. E em paz deixarás os teus familiares, os teus amigos, os teus colegas e conhecidos.

Vai começar a 3ª edição do Fórum Social da Mogiana

Começa nesta quinta-feira, 27, a 3ª edição do Fórum Social da Mogiana (FSM). A primeira atividade será com Mário César Cobianchi, presidente da ONG Comunidade Farol de Indaiatuba e professor da UNIESP de Hortolândia, às 9h no auditório da Secretaria de Turismo, anexo à Biblioteca “Monteiro Lobato”, no centro de São José do Rio Pardo. Em sua palestra ele irá abordar o tema “Organização e Gestão do Terceiro Setor (Entidades Civis Organizadas/ Projetos Sociais, ONGs, OCIP’s)”. 
No mesmo dia, às 15h30, no mesmo local, haverá uma mesa temática sobre “Agricultura Familiar e Agroecologia” com participação do Delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Wellington Diniz Monteiro e do secretário de Agricultura e Meio Ambiente do município, Felipe Quessada. 
Para fechar o primeiro dia do Fórum, às 19h30, no Mercado Cultural, alunos do 6° semestre do Curso de Artes da Faculdade Euclides da Cunha (FEUC) estarão apresentando um lindo espetáculo de Bonecos. “Será uma apresentação imperdível para toda família”, disse o coordenador do curso Arioswaldo Rizzo de Andrade. Em seguida, o grupo Boca de Cena estará apresentando a peça “Uma Orquestra de Senhoritas”. 
A peça é uma hilariante comédia de uma hora de duração. Nela, três cantoras de uma pequena cidade, que pertencem a uma decadente orquestra, se apresentam e, entre uma canção e outra, elas colocam a conversa em dia. Desse bate-papo surgem saudades, comentários engraçados, mágoas e relatos pessoais que não poupam ninguém, inclusive a própria platéia. As músicas são escolhidas a dedo, para agradar aos mais ecléticos amantes da boa arte. O grupo se inspirou em textos de Jean Ahnuill e Luís Fernando Veríssimo para escrever e dirigir a peça, que tem no elenco as atrizes Érika Evangelista, Camila Fernandes e Letícia Lélis. 

Realização
O Fórum Social da Mogiana é um evento realizado pelo Comitê Organizador, FEUC com apoio total da Prefeitura de São José do Rio Pardo. No entanto, ele só é possível e viável graças ao apoio da Mixagem Web Rádio, agência Rossi & Salles, Portal Rio Pardo, jornal Democrata, Associação Comercial e Industrial (ACI), Câmara Municipal, DEC e Secretaria de Turismo. E também das parcerias com as escolas Laudelina de Oliveira Pourrat, Stella Couvert Ribeiro, Cândido Rodrigues, Euclides da Cunha e ETC Paula Souza. 

Boca de Cena estará com espetáculo nesta quinta-feira, 27, às 19h30, no Mercado Cultural