Ano V - Edição 91 - São José do Rio Pardo - SP - 11 de outubro de 2008
Campanha limpa é sinal de respeito ao eleitor, diz Bibo
Fábio Missura e Professor Bibo na manhã de domingo, 5, em frente ao prédio da Fundação Educacional
Mesmo não elegendo o candidato a prefeito e nenhum vereador, o PT rio-pardense conseguiu sair da campanha eleitoral do último dia 5 de outubro com saldo positivo e muitos elogios.
Para resguardar a identidade e a coerência, o partido optou em sair sozinho nas eleições municipais lançando Aloísio Calsoni Bozzini, o Professor Bibo, como candidato a prefeito e o advogado Djalma Galeazzo como vice. Do total de votos válidos, 32.739, eles conseguiram 4.447 (14,66%). São José possui 39.060 eleitores.
Os candidatos Lupercinho e Reinaldo, prefeito e vice, respectivamente, receberam 9.346 votos (30,82%), enquanto que os ganhadores do pleito, João Luis Cunha e José Carlos Zanetti, receberam 16.531 votos (54,51%).
Estrutura
Com 12 vereadores, um fusca 1973, bege, alguns militantes e pouco recurso, o partido realizou uma campanha limpa, não pintou muros, não jogou papéis nas casas de forma indiscriminada e nem colocou carros de som em demasia para incomodar o cidadão. Para o petista, o candidato tem que dar o exemplo e respeitar o cidadão e, segundo ele, se os políticos querem mudança, então ela tem que começar pelo modo de fazer campanha.
“A decisão do partido, a pesar de cansativa, foi de discutir propostas e, ao mesmo tempo, de ouvirmos as reivindicações de cada cidadão, por isso fomos de casa em casa. Assim, conseguimos lapidar nosso programa de governo e contribuímos com a conscientização política dos rio-pardenses”, disse o Professor.
Falou que não se sente derrotado, muito pelo contrário, “sou um privilegiado pelo PT ter me escolhido para a disputa. Coloquei-me à disposição da população, mas 54% dela, neste momento, preferiram outra proposta, isso é legítimo e temos que respeitar. Mas, já antecipo, em 2012 deixarei o meu nome à disposição do partido e se ele achar válido farei novamente a disputa”.
Mesmo não elegendo o candidato a prefeito e nenhum vereador, o PT rio-pardense conseguiu sair da campanha eleitoral do último dia 5 de outubro com saldo positivo e muitos elogios.
Para resguardar a identidade e a coerência, o partido optou em sair sozinho nas eleições municipais lançando Aloísio Calsoni Bozzini, o Professor Bibo, como candidato a prefeito e o advogado Djalma Galeazzo como vice. Do total de votos válidos, 32.739, eles conseguiram 4.447 (14,66%). São José possui 39.060 eleitores.
Os candidatos Lupercinho e Reinaldo, prefeito e vice, respectivamente, receberam 9.346 votos (30,82%), enquanto que os ganhadores do pleito, João Luis Cunha e José Carlos Zanetti, receberam 16.531 votos (54,51%).
Estrutura
Com 12 vereadores, um fusca 1973, bege, alguns militantes e pouco recurso, o partido realizou uma campanha limpa, não pintou muros, não jogou papéis nas casas de forma indiscriminada e nem colocou carros de som em demasia para incomodar o cidadão. Para o petista, o candidato tem que dar o exemplo e respeitar o cidadão e, segundo ele, se os políticos querem mudança, então ela tem que começar pelo modo de fazer campanha.
“A decisão do partido, a pesar de cansativa, foi de discutir propostas e, ao mesmo tempo, de ouvirmos as reivindicações de cada cidadão, por isso fomos de casa em casa. Assim, conseguimos lapidar nosso programa de governo e contribuímos com a conscientização política dos rio-pardenses”, disse o Professor.
Falou que não se sente derrotado, muito pelo contrário, “sou um privilegiado pelo PT ter me escolhido para a disputa. Coloquei-me à disposição da população, mas 54% dela, neste momento, preferiram outra proposta, isso é legítimo e temos que respeitar. Mas, já antecipo, em 2012 deixarei o meu nome à disposição do partido e se ele achar válido farei novamente a disputa”.
Orçamento de 2009 passa dos R$ 91 milhões
Vista panorâmica da cidade de São José do Rio Pardo
A Câmara recebeu no dia 30 de setembro o Orçamento encaminhado pelo Executivo, estimando a receita e fixando a despesa para o exercício financeiro de 2009 em R$ 91.286.777,00.
O projeto dará entrada no expediente da sessão ordinária desta terça–feira, dia 7, e será despachado às quatro comissões internas: Justiça e Redação; Finanças e Orçamento; Obras, Serviços Públicos, Atividades Privadas e Ecologia; Educação, Cultura, Saúde e Assistência Social. Cada comissão subseqüentemente tem o prazo máximo de 15 dias para apreciar o projeto e emitir parecer.
Os vereadores têm até o final do exercício de 2008 para apresentar emendas, discutir e votar a peça orçamentária.
Investimentos - Na mensagem encaminhada anexa ao projeto de lei, o prefeito João Santurbano explica que na previsão da receita, foi tomada como base a projeção das receitas arrecadadas no exercício de 2008, calculada com a arrecadação do período de janeiro a agosto, e sobre os valores apurados, foi aplicada a correção de 10%.
Com relação a investimentos que o Município deverá efetuar, a mensagem do Executivo destaca algumas aplicações de recursos como em habitação popular destinada a famílias de baixa renda, obras de galeria no Vale IV, reforma no Pronto–Socorro, ampliação da creche no Vale IV, construção de banheiros na praça central, obras de saneamento básico, sede da Guarda Municipal e ponte na Rua São Roque.
Magistério - Na manutenção e desenvolvimento da Educação Básica (Ensino Fundamental, Educação Infantil, Educação de Jovens e Adultos e Educação Especial), o Orçamento prevê a aplicação do índice de 28,21%, ou seja, 3,21% a mais do que o mínimo constitucional (25%).
“Também a aplicação mínima obrigatória de 60% do montante previsto a arrecadar, a título de Transferências do FUNDEB, e destinados à remuneração e valorização do magistério, está sendo atendida”, justifica o prefeito.
Ressalva ainda o texto que o total da Despesa de Pessoal está fixado em 44,74% da receita corrente líquida, calculada sobre a receita prevista para 2009.
O orçamento de 2008, em vigência, é da ordem de R$ 74.869,040,00; em relação, o de 2009 cresceu cerca de 22%. (Assessoria da Câmara de São José do Rio Pardo)
O projeto dará entrada no expediente da sessão ordinária desta terça–feira, dia 7, e será despachado às quatro comissões internas: Justiça e Redação; Finanças e Orçamento; Obras, Serviços Públicos, Atividades Privadas e Ecologia; Educação, Cultura, Saúde e Assistência Social. Cada comissão subseqüentemente tem o prazo máximo de 15 dias para apreciar o projeto e emitir parecer.
Os vereadores têm até o final do exercício de 2008 para apresentar emendas, discutir e votar a peça orçamentária.
Investimentos - Na mensagem encaminhada anexa ao projeto de lei, o prefeito João Santurbano explica que na previsão da receita, foi tomada como base a projeção das receitas arrecadadas no exercício de 2008, calculada com a arrecadação do período de janeiro a agosto, e sobre os valores apurados, foi aplicada a correção de 10%.
Com relação a investimentos que o Município deverá efetuar, a mensagem do Executivo destaca algumas aplicações de recursos como em habitação popular destinada a famílias de baixa renda, obras de galeria no Vale IV, reforma no Pronto–Socorro, ampliação da creche no Vale IV, construção de banheiros na praça central, obras de saneamento básico, sede da Guarda Municipal e ponte na Rua São Roque.
Magistério - Na manutenção e desenvolvimento da Educação Básica (Ensino Fundamental, Educação Infantil, Educação de Jovens e Adultos e Educação Especial), o Orçamento prevê a aplicação do índice de 28,21%, ou seja, 3,21% a mais do que o mínimo constitucional (25%).
“Também a aplicação mínima obrigatória de 60% do montante previsto a arrecadar, a título de Transferências do FUNDEB, e destinados à remuneração e valorização do magistério, está sendo atendida”, justifica o prefeito.
Ressalva ainda o texto que o total da Despesa de Pessoal está fixado em 44,74% da receita corrente líquida, calculada sobre a receita prevista para 2009.
O orçamento de 2008, em vigência, é da ordem de R$ 74.869,040,00; em relação, o de 2009 cresceu cerca de 22%. (Assessoria da Câmara de São José do Rio Pardo)
Eleitores renovam 50% da Câmara Municipal

Paulo Sérgio Rodrigues, o Paulão da Rádio, desta vez ficou de fora da Câmara. Paulão, hoje, é o vice-prefeito da cidade
As eleições de 5 de outubro mudaram metade dos vereadores que vão representar a população no Legislativo rio-pardense. Dos dez vereadores atuais, cinco não foram reeleitos e deixarão a vaga para pessoas ainda sem experiência na “casa do povo”.
Os reeleitos são: Lúcia Libânio (PTB), Marcio Callegari Zanetti (PTB), Marquinhos Zanetti (PSDB), Marco Gumieri Valerio, Caco (PSDB) e Amilton Pizzoli (PV).
Os cinco novos, que assumem o mandato em 2009, são: Vicente Rodrigues (PMDB), Cláudio de Lima (PV), José Antonio Tobias (PSB), Daniel Martins de Moraes, mais conhecido como Daniel da farmácia (PSC) e Rosângela Berti (PMDB).
Esta composição partidária dá ao futuro prefeito João Cunha (PMDB) maioria parlamentar para governar São José. Isso, porém, só vale se os partidos aliados como PTB, PSB e PSC mantiverem o apoio após a posse, em janeiro. O salário de cada vereador, em 2009, será de R$ 2,88 mil em valor bruto.
Quase – A renovação na Câmara rio-pardense causou também a exclusão do cargo de representante popular de nomes já bastante conhecidos como Luiz Paulo Cobra Monteiro (PSB) e José Rueda (PV), além de Paulo Sérgio Rodrigues, o Paulão da Rádio (PSDB), que tentava voltar a ser vereador.
Paulão ocupa o cargo de vice-prefeito na gestão atual, encabeçada por João Santurbano. Em 2000, última eleição que tentou a Câmara, Paulão foi eleito com 1.471 votos – neste ano, conseguiu 598 e fica como suplente do partido. Os três candidatos, como suplentes, podem assumir os cargos em caso de licença ou morte dos titulares.
Três dos atuais dez vereadores não estarão no cargo na próxima gestão: Paulo César Vedovato (PV), Ismael Batista da Silva (PV) e Reinaldo Milan (PV). Vedovato teve 382 votos e ficou longe da vaga, mas teve desempenho melhor que o colega Ismael, que conseguiu 246 votos. Até setembro, Ismael tentava manter o mandato, cassado pela Justiça eleitoral por infidelidade partidária: ele deixou o PSB e entrou no PV.
Milan - No caso de Reinaldo Milan, o vereador trocou a reeleição pela vaga de candidato a vice-prefeito na chapa de Lupércio França Torres, Lupercinho (PSDB). Acostumado a ser o campeão de votos na Câmara, Milan ficou com o segundo lugar na disputa pela Prefeitura. A candidatura teve 9.346 votos, mais de 7 mil votos atrás do vencedor, João Cunha.
Posse dos eleitos será dia 1º de janeiro
A posse dos vereadores, prefeito e vice–prefeito eleitos para o período 2009–2012 e a eleição da nova Mesa da Câmara terão sessões especiais no Plenário da Câmara Municipal a partir das 16 horas do dia 1° de janeiro de 2009.
Nesse dia, após cumpridas as formalidades legais quanto às documentações dos eleitos, será aberta a Sessão de Instalação da Legislatura(1) – solenidade durante a qual ocorrem as posses – presidida pelo vereador mais votado dentre os presentes(2). Primeiramente, tomarão posse os vereadores(3), após prestarem seu compromisso.
Em seguida, prestarão seu compromisso o prefeito(4) e o vice–prefeito, que serão declarados empossados. O exercício do mandato(5) tem início automaticamente com a posse, assumindo o prefeito todos os direitos e deveres inerentes ao cargo.
Após a sessão de instalação e posse, o prefeito seguirá para a Prefeitura, onde lhe será transmitido o cargo pelo prefeito 2005–2008(6), com o que se completarão os procedimentos de transição do Executivo.
Mesa da Câmara
Em seguida à transmissão do cargo na Prefeitura, os vereadores vão se reunir em sessão especial, ainda sob a presidência do vereador mais votado dentre os presentes, para a eleição dos membros da Mesa Diretora para o biênio 2009–2010.
A eleição da Mesa será feita por maioria simples de votos(7), tomados de forma nominal. Se houver consenso, essa eleição poderá ser feita por aclamação. A Mesa Diretora é formada por Presidente, 1º Secretário e 2º Secretário(8). No caso de empate, é prevista a realização de uma segunda votação, com os dois vereadores mais votados para cada cargo, que tenham tido igual número de votos. Se ainda assim persistir o empate, será declarado eleito, para cada cargo, o vereador mais votado na eleição municipal.
É vedada a reeleição para o mesmo cargo(9) para o biênio subseqüente, mesmo que se trate de outra legislatura, ou de mandato que não tenha sido cumprido por inteiro.
A primeira sessão ordinária de 2009 será dia 3 de fevereiro, às 19h30, dirigida pela Mesa eleita em janeiro. Nesse dia, é feita entre os vereadores a composição de cada uma das quatro comissões internas permanentes: Justiça e Redação; Finanças e Orçamento; Obras, Serviços Públicos, Atividades Privadas e Ecologia; Educação, Cultura, Saúde e Assistência Social. (Assessoria da Câmara Municipal; fontes: Regimento Interno da Câmara de São José do Rio Pardo; Lei Orgânica de São José do Rio Pardo)
Nesse dia, após cumpridas as formalidades legais quanto às documentações dos eleitos, será aberta a Sessão de Instalação da Legislatura(1) – solenidade durante a qual ocorrem as posses – presidida pelo vereador mais votado dentre os presentes(2). Primeiramente, tomarão posse os vereadores(3), após prestarem seu compromisso.
Em seguida, prestarão seu compromisso o prefeito(4) e o vice–prefeito, que serão declarados empossados. O exercício do mandato(5) tem início automaticamente com a posse, assumindo o prefeito todos os direitos e deveres inerentes ao cargo.
Após a sessão de instalação e posse, o prefeito seguirá para a Prefeitura, onde lhe será transmitido o cargo pelo prefeito 2005–2008(6), com o que se completarão os procedimentos de transição do Executivo.
Mesa da Câmara
Em seguida à transmissão do cargo na Prefeitura, os vereadores vão se reunir em sessão especial, ainda sob a presidência do vereador mais votado dentre os presentes, para a eleição dos membros da Mesa Diretora para o biênio 2009–2010.
A eleição da Mesa será feita por maioria simples de votos(7), tomados de forma nominal. Se houver consenso, essa eleição poderá ser feita por aclamação. A Mesa Diretora é formada por Presidente, 1º Secretário e 2º Secretário(8). No caso de empate, é prevista a realização de uma segunda votação, com os dois vereadores mais votados para cada cargo, que tenham tido igual número de votos. Se ainda assim persistir o empate, será declarado eleito, para cada cargo, o vereador mais votado na eleição municipal.
É vedada a reeleição para o mesmo cargo(9) para o biênio subseqüente, mesmo que se trate de outra legislatura, ou de mandato que não tenha sido cumprido por inteiro.
A primeira sessão ordinária de 2009 será dia 3 de fevereiro, às 19h30, dirigida pela Mesa eleita em janeiro. Nesse dia, é feita entre os vereadores a composição de cada uma das quatro comissões internas permanentes: Justiça e Redação; Finanças e Orçamento; Obras, Serviços Públicos, Atividades Privadas e Ecologia; Educação, Cultura, Saúde e Assistência Social. (Assessoria da Câmara Municipal; fontes: Regimento Interno da Câmara de São José do Rio Pardo; Lei Orgânica de São José do Rio Pardo)
Fora de São José, disputas foram mais acirradas
Mococa, Itobi e Caconde foram exemplos da concorrência à prefeitura
Em Itobi, seis candidatos disputaram 6.301 votos - Lê Toribio (PSDB) foi eleito com 34,5% dos votos e vai suceder Tadeu dos Santos (PMDB). Os concorrentes foram: ‘Doutor’ Alberto (DEM), Maranata (PSDC), Vanda (PP), Arlindo (PDT) e Serginho (PSB). Os eleitores da cidade dividiram os votos entre os vários candidatos, sendo que os três menos votados somaram quase 18% dos votos.
Em Tapiratiba, João Carlos foi reeleito e vai para o terceiro mandato - O prefeito João Carlos de Oliveira (PSDB) recebeu 69% dos votos válidos e superou o concorrente Mário Ferraresi (PP). Desta vez, o tucano conseguiu maioria folgada na Câmara Municipal, o que não ocorreu em 2004.
Em Grama, Bizon é reeleito com 76% dos votos - O prefeito Emílio Bizon Neto (PPS) foi reeleito em São Sebastião da Grama com 76,25% dos votos, derrotando Zé da Doca (PT).
Em Vargem, Amarildo vence eleição disputada - Amarildo (PSDB) foi eleito para prefeito em Vargem Grande do Sul, partir de 2009. Ele conseguiu 40,16% dos votos válidos vai suceder Celso Luís Ribeiro (PSDB). O resultado da eleição apontou em segundo lugar Celso Itaroti (PTB); em terceiro: Zé da Kibon (PSB); em quarto lugar: ‘Doutor’ Marco Antonio (DEM); e em quinto: Ronaldo Gutierres (PT).
Caconde deu reeleição apertada para Fordinho - O prefeito Antonio Carlos de Faria, o Fordinho (PSDB) foi reeleito em Caconde para mais quatro anos na prefeitura. Fordinho teve 52,66% dos votos válidos, contra 43,97% de Zé Bento () – em terceiro lugar, ficou João Pedro da Silva (PP).
Em Divinolândia, ICO vence eleição para prefeito - João Sebastião de Almeida, Ico (PTB) obteve 53,38% dos votos válidos e foi eleito prefeito de Divinolândia para os próximos quatro anos. Ele vai substituir Geraldo Fornari Júnior (PR), a partir de janeiro. Os outros candidatos foram Naief Haddad Neto (PSB), que conseguiu 32,54% dos votos, e Alcides José Ribeiro, Cid (PSDB).
Mococa terá Toni Naufel em 2009 - Com 40,45% Toni Naufel ( PSDB) foi eleito prefeito em Mococa para substituir, em 2009, Cido Espanha (PMN). Ítalo Maziero Júnior, Juninho (DEM) ficou em segundo lugar, com 30,98%, seguido de Aloysio Taliberti Filho, Bim (PSB) e Luiz Braz Mariano (PSC).
Grupo de esquerda vence em Casa Branca - Aparecido Antonio Sati (PMN) venceu a eleição em Casa Branca, com apoio do PSB e do Psol. Ele conseguiu 37,67% dos votos válidos na cidade e vai suceder o prefeito atual, Sckandar Mussi (PP). A votação deixou, em segundo lugar, Antonio Carlos Saran, Nê Saran (DEM), o atual vice-prefeito, seguido de Ildebrando Zoldan (PSDB), Marcelo Barbosa, Té do PT (PT) e Marco César de Paiva Aga (PDT). A Câmara Municipal, porém, ficou com maioria de partidos conservadores. O Psol e o PMN, de Sati, fizeram um vereador cada.
Vale conferir
Cidades paulistas que terão segundo turno, em 26 de outubro:
O PT disputa a eleição em sete locais, enquanto o PSDB disputa em três: Bauru, Guarulhos, Mauá, Santo André, São Bernardo do Campo, São José do Rio Preto e São Paulo.
Total de prefeitos eleitos por partido, no Estado:
PSDB - 201
DEM - 76
PMDB - 69
PT - 61
PTB – 60
PPS - 28
PDT - 28
PR - 26
PSB - 25
PP - 25
PV - 23
PSC - 6
PMN - 3
PRB - 2
PHS - 1
PSL - 1
PRP – 1
Em Itobi, seis candidatos disputaram 6.301 votos - Lê Toribio (PSDB) foi eleito com 34,5% dos votos e vai suceder Tadeu dos Santos (PMDB). Os concorrentes foram: ‘Doutor’ Alberto (DEM), Maranata (PSDC), Vanda (PP), Arlindo (PDT) e Serginho (PSB). Os eleitores da cidade dividiram os votos entre os vários candidatos, sendo que os três menos votados somaram quase 18% dos votos.
Em Tapiratiba, João Carlos foi reeleito e vai para o terceiro mandato - O prefeito João Carlos de Oliveira (PSDB) recebeu 69% dos votos válidos e superou o concorrente Mário Ferraresi (PP). Desta vez, o tucano conseguiu maioria folgada na Câmara Municipal, o que não ocorreu em 2004.
Em Grama, Bizon é reeleito com 76% dos votos - O prefeito Emílio Bizon Neto (PPS) foi reeleito em São Sebastião da Grama com 76,25% dos votos, derrotando Zé da Doca (PT).
Em Vargem, Amarildo vence eleição disputada - Amarildo (PSDB) foi eleito para prefeito em Vargem Grande do Sul, partir de 2009. Ele conseguiu 40,16% dos votos válidos vai suceder Celso Luís Ribeiro (PSDB). O resultado da eleição apontou em segundo lugar Celso Itaroti (PTB); em terceiro: Zé da Kibon (PSB); em quarto lugar: ‘Doutor’ Marco Antonio (DEM); e em quinto: Ronaldo Gutierres (PT).
Caconde deu reeleição apertada para Fordinho - O prefeito Antonio Carlos de Faria, o Fordinho (PSDB) foi reeleito em Caconde para mais quatro anos na prefeitura. Fordinho teve 52,66% dos votos válidos, contra 43,97% de Zé Bento () – em terceiro lugar, ficou João Pedro da Silva (PP).
Em Divinolândia, ICO vence eleição para prefeito - João Sebastião de Almeida, Ico (PTB) obteve 53,38% dos votos válidos e foi eleito prefeito de Divinolândia para os próximos quatro anos. Ele vai substituir Geraldo Fornari Júnior (PR), a partir de janeiro. Os outros candidatos foram Naief Haddad Neto (PSB), que conseguiu 32,54% dos votos, e Alcides José Ribeiro, Cid (PSDB).
Mococa terá Toni Naufel em 2009 - Com 40,45% Toni Naufel ( PSDB) foi eleito prefeito em Mococa para substituir, em 2009, Cido Espanha (PMN). Ítalo Maziero Júnior, Juninho (DEM) ficou em segundo lugar, com 30,98%, seguido de Aloysio Taliberti Filho, Bim (PSB) e Luiz Braz Mariano (PSC).
Grupo de esquerda vence em Casa Branca - Aparecido Antonio Sati (PMN) venceu a eleição em Casa Branca, com apoio do PSB e do Psol. Ele conseguiu 37,67% dos votos válidos na cidade e vai suceder o prefeito atual, Sckandar Mussi (PP). A votação deixou, em segundo lugar, Antonio Carlos Saran, Nê Saran (DEM), o atual vice-prefeito, seguido de Ildebrando Zoldan (PSDB), Marcelo Barbosa, Té do PT (PT) e Marco César de Paiva Aga (PDT). A Câmara Municipal, porém, ficou com maioria de partidos conservadores. O Psol e o PMN, de Sati, fizeram um vereador cada.
Vale conferir
Cidades paulistas que terão segundo turno, em 26 de outubro:
O PT disputa a eleição em sete locais, enquanto o PSDB disputa em três: Bauru, Guarulhos, Mauá, Santo André, São Bernardo do Campo, São José do Rio Preto e São Paulo.
Total de prefeitos eleitos por partido, no Estado:
PSDB - 201
DEM - 76
PMDB - 69
PT - 61
PTB – 60
PPS - 28
PDT - 28
PR - 26
PSB - 25
PP - 25
PV - 23
PSC - 6
PMN - 3
PRB - 2
PHS - 1
PSL - 1
PRP – 1
Paulista de MTB e Copa Sampa Bikers acontecem em Caconde
A cidade de Caconde recebe duas provas simultâneas de mountain bike neste domingo, 12 de outubro: o Campeonato Paulista de Maratona e a última etapa da Copa Sampa Bikers de MTB Amador. A prova terá dois percursos e a largada, programada para 10h, será no centro da cidade para todas as categorias.
O Paulista e as categorias Ouro e Prata da Copa Amadora percorrerão 51 quilômetros, enquanto a categoria Bronze fará 41 quilômetros.
No Campeonato Paulista, os atletas são divididos em 36 categorias de acordo com a idade e sexo dos participantes, exceto na categoria Elite que também considera critérios técnicos. Já A Copa Sampa Bikers de MTB Amador é dividida em Ouro, Prata e Bronze, também de acordo com idade e sexo, mas também nível técnico no mountain bike.
Inscrições – elas encerraram na segunda-feira, 6, o interessado ainda pode tentar conseguir através do site www.sampabikers.com.br. O Campeonato Paulista custa R$ 35,00 e para participar, o ciclista deve ser federado no estado de São Paulo para todas as categorias. A Copa Amadora será R$ 50,00 para todas as categorias.
As mulheres terão um desconto de 50% e os 200 primeiros inscritos recebem uma camiseta comemorativa dos quinze anos do Sampa Bikers.
O Paulista e as categorias Ouro e Prata da Copa Amadora percorrerão 51 quilômetros, enquanto a categoria Bronze fará 41 quilômetros.
No Campeonato Paulista, os atletas são divididos em 36 categorias de acordo com a idade e sexo dos participantes, exceto na categoria Elite que também considera critérios técnicos. Já A Copa Sampa Bikers de MTB Amador é dividida em Ouro, Prata e Bronze, também de acordo com idade e sexo, mas também nível técnico no mountain bike.
Inscrições – elas encerraram na segunda-feira, 6, o interessado ainda pode tentar conseguir através do site www.sampabikers.com.br. O Campeonato Paulista custa R$ 35,00 e para participar, o ciclista deve ser federado no estado de São Paulo para todas as categorias. A Copa Amadora será R$ 50,00 para todas as categorias.
As mulheres terão um desconto de 50% e os 200 primeiros inscritos recebem uma camiseta comemorativa dos quinze anos do Sampa Bikers.
Juiz proíbe queima da cana em 11 cidades da região
O juiz Alexandre Saliba, da 2ª Vara Federal de São Carlos, proibiu toda a queima controlada da palha da cana já autorizada pela Cetesb em 11 cidades da região até o final da safra. A ação foi movida pelo Ministério Público Federal e do Trabalho. A argumentação é de que o órgão estadual não faz levantamento dos impactos ambientais causados pelas queimadas.
A proibição suspende 2.638 licenças concedidas pela Cetesb em São Carlos, Dourado, Ribeirão Bonito, Ibaté, Porto Ferreira, Tambaú, Santa Rita do Passa Quatro, Descalvado, Pirassununga, Santa Cruz da Conceição e Santa Cruz das Palmeiras. A multa para quem não cumprir a decisão é de R$ 10 mil por dia. A sentença impede também o órgão de autorizar novas queimas na região e determina que só o Ibama pode conceder uma licença para a prática da queima de palha da cana de açúcar, desde que antes seja feito um estudo sobre os impactos ambientais.
O biólogo Adalberto Cunha defende a proibição, diante dos danos causados pela medida. “Principalmente em relação ao solo, pó causa das altas temperaturas que matam os microorganismos”. Cunha cita ainda a emissão do gás carbônico na atmosfera e a fuligem, que traz danos ao aparelho respiratório.
A proibição suspende 2.638 licenças concedidas pela Cetesb em São Carlos, Dourado, Ribeirão Bonito, Ibaté, Porto Ferreira, Tambaú, Santa Rita do Passa Quatro, Descalvado, Pirassununga, Santa Cruz da Conceição e Santa Cruz das Palmeiras. A multa para quem não cumprir a decisão é de R$ 10 mil por dia. A sentença impede também o órgão de autorizar novas queimas na região e determina que só o Ibama pode conceder uma licença para a prática da queima de palha da cana de açúcar, desde que antes seja feito um estudo sobre os impactos ambientais.
O biólogo Adalberto Cunha defende a proibição, diante dos danos causados pela medida. “Principalmente em relação ao solo, pó causa das altas temperaturas que matam os microorganismos”. Cunha cita ainda a emissão do gás carbônico na atmosfera e a fuligem, que traz danos ao aparelho respiratório.
Taboa contribui para liberdade financeira
A taboa, planta que nasce aos montes nos açudes, contribui para a liberdade, seja financeira ou das ruas, de agricultores e presos da cidade mineira de Muzambinho
No coração do movimento de libertação dos escravos, a cidade de Muzambinho (MG), vive novo agito, de igual importância, ainda que em menor proporção. Por meio da confecção de tapetes artesanais com taboa - planta que nasce nos açudes das fazendas -, moradores se sustentam recebendo até dois salários mínimos por mês nas entressafras da colheita de café, principal cultura da região.
O mesmo ganho tem os presos, beneficiados por decisão judicial para ficar em um galpão ao lado da cadeia municipal, com direito a redução da pena: um dia a cada três trabalhados. Atualmente, oito dos 30 detentos trançam tiras secas da taboa. Na fábrica de Cecília Machado e Pedro Augusto Prado Coimbra, essas tranças são costuradas em tapetes de até 30 m². Feitos sob encomenda, cobrem casas de veraneio luxuosas nas praias badaladas do país.
A idéia de fazer tapetes para empregar mão-de-obra ociosa da cidade nasceu em 2006, quando a delegada Rosaene Justino Lunardelo descobriu a empresária carioca, que trabalhava com detentos do município vizinho. ‘Eu fazia bolsas em São Paulo e o prefeito de Nova Resende (MG) me convidou para desenvolver o trabalho com taboa no local, que era carente de emprego’, diz Cecília. ‘Só incluí presidiários porque a mãe de um deles me procurou.’
De início apreensiva, a empresária treinou os presos com autorização do delegado e do juiz. Como deu certo, aceitou implantar projeto semelhante em Muzambinho (25 mil habitantes). ‘Eu conhecia Pedro, que já fabricava tapete em tear na cidade, e abri com ele a empresa só de tapetes manuais, em janeiro de 2007’, conta.
Sem limite para a criatividade, Cecília, 62 anos, e Pedro, 33 anos, lançaram também modelos de tiras de couro e de E.V.A. (material emborrachado). Assim, mais mão-de-obra, que só contava com o trabalho na roça, foi absorvida. As versões de E.V.A. são vendidas para lojas, como a Tok & Stok, que encomendou, em um ano, 1.400 peças de modelos exclusivos.
A maioria dos pedidos dos modelos de taboa é de arquitetos, como o carioca Thiago Bernardes. ‘Ele está finalizando uma casa em Salvador, na Bahia, onde colocará seis peças grandes’, diz Cecília, que continua despertando o interesse de novos clientes, enquanto outros delegados das cidades mineiras lhe oferecem mão-de-obra.
Disciplina com trabalho
Por mês, 200 m² de tapetes são produzidos por 20 artesãos, entre presos e roceiros que trabalham em casa. Três rapazes ficam na fábrica. ‘É difícil emprego fixo na cidade. Aqui, ganho mais de R$ 500 por mês’, diz o estudante Gerson Davi de Souza, 19 anos. Embora simples, o feitio deve ser refinado para ficar requintado. ‘Quem tem talento aprende rápido’, diz Cecília, que paga os trabalhadores por metro produzido.
Ligada à moda desde a adolescência, a carioca estudou em Londres e trabalhou como editora em revistas da extinta Bloch. Por último, digiriu a confecção de roupas infantis da mãe, no Rio. ‘A primeira vez que fui ao presídio, passei mal com o cheiro. O ambiente é deprimente. Mas, na segunda vez, ao ver o sorriso deles, me senti envolvida’, diz. ‘Eles são respeitosos comigo. Os antigos ensinam os novos, mas cada um toma conta de si.’
A produção ajuda na disciplina do presídio. ‘Quem está ocupado não cria caso nem briga. E, na esperança de obter a liberação do juiz para o trabalho, outros são estimulados ao bom comportamento’, diz a delegada.
No coração do movimento de libertação dos escravos, a cidade de Muzambinho (MG), vive novo agito, de igual importância, ainda que em menor proporção. Por meio da confecção de tapetes artesanais com taboa - planta que nasce nos açudes das fazendas -, moradores se sustentam recebendo até dois salários mínimos por mês nas entressafras da colheita de café, principal cultura da região.
O mesmo ganho tem os presos, beneficiados por decisão judicial para ficar em um galpão ao lado da cadeia municipal, com direito a redução da pena: um dia a cada três trabalhados. Atualmente, oito dos 30 detentos trançam tiras secas da taboa. Na fábrica de Cecília Machado e Pedro Augusto Prado Coimbra, essas tranças são costuradas em tapetes de até 30 m². Feitos sob encomenda, cobrem casas de veraneio luxuosas nas praias badaladas do país.
A idéia de fazer tapetes para empregar mão-de-obra ociosa da cidade nasceu em 2006, quando a delegada Rosaene Justino Lunardelo descobriu a empresária carioca, que trabalhava com detentos do município vizinho. ‘Eu fazia bolsas em São Paulo e o prefeito de Nova Resende (MG) me convidou para desenvolver o trabalho com taboa no local, que era carente de emprego’, diz Cecília. ‘Só incluí presidiários porque a mãe de um deles me procurou.’
De início apreensiva, a empresária treinou os presos com autorização do delegado e do juiz. Como deu certo, aceitou implantar projeto semelhante em Muzambinho (25 mil habitantes). ‘Eu conhecia Pedro, que já fabricava tapete em tear na cidade, e abri com ele a empresa só de tapetes manuais, em janeiro de 2007’, conta.
Sem limite para a criatividade, Cecília, 62 anos, e Pedro, 33 anos, lançaram também modelos de tiras de couro e de E.V.A. (material emborrachado). Assim, mais mão-de-obra, que só contava com o trabalho na roça, foi absorvida. As versões de E.V.A. são vendidas para lojas, como a Tok & Stok, que encomendou, em um ano, 1.400 peças de modelos exclusivos.
A maioria dos pedidos dos modelos de taboa é de arquitetos, como o carioca Thiago Bernardes. ‘Ele está finalizando uma casa em Salvador, na Bahia, onde colocará seis peças grandes’, diz Cecília, que continua despertando o interesse de novos clientes, enquanto outros delegados das cidades mineiras lhe oferecem mão-de-obra.
Disciplina com trabalho
Por mês, 200 m² de tapetes são produzidos por 20 artesãos, entre presos e roceiros que trabalham em casa. Três rapazes ficam na fábrica. ‘É difícil emprego fixo na cidade. Aqui, ganho mais de R$ 500 por mês’, diz o estudante Gerson Davi de Souza, 19 anos. Embora simples, o feitio deve ser refinado para ficar requintado. ‘Quem tem talento aprende rápido’, diz Cecília, que paga os trabalhadores por metro produzido.
Ligada à moda desde a adolescência, a carioca estudou em Londres e trabalhou como editora em revistas da extinta Bloch. Por último, digiriu a confecção de roupas infantis da mãe, no Rio. ‘A primeira vez que fui ao presídio, passei mal com o cheiro. O ambiente é deprimente. Mas, na segunda vez, ao ver o sorriso deles, me senti envolvida’, diz. ‘Eles são respeitosos comigo. Os antigos ensinam os novos, mas cada um toma conta de si.’
A produção ajuda na disciplina do presídio. ‘Quem está ocupado não cria caso nem briga. E, na esperança de obter a liberação do juiz para o trabalho, outros são estimulados ao bom comportamento’, diz a delegada.
PT quer investigação sobre patrimônio de Chalita
O líder da Bancada do PT, deputado Roberto Felício protocolou nos Ministérios Público Estadual e Federal pedido de investigação sobre possível irregularidade na evolução do patrimônio do ex- secretário da Educação do Estado de São Paulo, Gabriel Chalita, assim como a suspeita da prática de crimes contra a ordem tributária e de falsidade ideológica, além de atos de improbidade administrativa que teriam propiciado seu enriquecimento ilícito. A edição do jornal O Estado de S.Paulo, do dia 12/09, revela que o ex-secretário da educação do governo Alckmin - Gabriel Chalita, omitiu nas suas declarações pública de bens a informação de que foi sócio de editora Raiz, cujo capital social atingia a ordem de R$ 10 milhões.
No período de 1994 a 2004, Chalita foi proprietário de 50% do capital da empresa e seu sócio, o argentino Adolfo Ernesto Schumucker, da outra metade. De acordo com a Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, a omissão ou falsa declaração de bens e patrimônio caracteriza crime contra a ordem tributária.
No período de 1994 a 2004, Chalita foi proprietário de 50% do capital da empresa e seu sócio, o argentino Adolfo Ernesto Schumucker, da outra metade. De acordo com a Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, a omissão ou falsa declaração de bens e patrimônio caracteriza crime contra a ordem tributária.
Palestra na Câmara nesta sexta
Na sexta-feira, 10, a 14ª Subsecção da OAB São José do Rio Pardo promoveu na Câmara Municipal a palestra “Ética e Violação das Prerrogativas dos Advogados”, com o expositor Dr. Anis Kfouri Júnior, presidente da Comissão de Fiscalização do Serviço Público da OAB SP e Diretor Executivo da CAASP (Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo). O evento teve início às 19h30. Foram convidadas 16 subsecções da região.
A 14ª Subseccção da OAB em São José do Rio Pardo é presidida pelo Dr. Luiz Henrique Alexandre Trebesquim. A promoção tem o apoio da Comissão de Cultura e Eventos e do Departamento de Cultura e Eventos da OAB SP. (Assessoria da Câmara)
A 14ª Subseccção da OAB em São José do Rio Pardo é presidida pelo Dr. Luiz Henrique Alexandre Trebesquim. A promoção tem o apoio da Comissão de Cultura e Eventos e do Departamento de Cultura e Eventos da OAB SP. (Assessoria da Câmara)
Projeto obriga Estado a fazer inspeção veicular
O Plenário da Assembléia aprovou no final de setembro, o Projeto de Lei 538/1999, de autoria do deputado petista Vanderlei Siraque, que determina a realização de inspeção veicular anual em toda a frota, no Estado, com mais de três anos de uso. Veículos que sofrerem acidentes também poderão ter determinada a vistoria pelo Departamento Estadual de Transito (Detran). Para os veículos de transporte escolar, a fiscalização será ainda mais rigorosa, realizada semestralmente.
Apesar de o projeto ainda ter de passar por sanção do governador José Serra (PSDB), Vanderlei Siraque comemorou a decisão dos deputados estaduais. “O projeto é de extrema importância para o Estado.
Apesar de o projeto ainda ter de passar por sanção do governador José Serra (PSDB), Vanderlei Siraque comemorou a decisão dos deputados estaduais. “O projeto é de extrema importância para o Estado.
No Brasil, prefeito mais novo tem 20 anos; o mais velho, 90
O prefeito mais novo eleito nas eleições de domingo tem 20 anos: é Caio Curado (PMDB), eleito com 1.881 votos para comandar o município de Faina (GO) a partir de 1º de janeiro de 2009.
Ele só poderá assumir a prefeitura da cidade goiana porque completará, em 25 de dezembro, 21 anos – idade mínima exigida pela legislação para que o eleito assuma cargo no Executivo.
Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foram registrados 122 candidatos com idade inferior a 25 anos. Desses, 31 acabaram eleitos. A faixa etária em que se concentra o maior número de prefeitos eleitos está entre 36 e 55 anos – 70,88% do número total. Já o prefeito com mais idade no Brasil tem 90 anos. Ele foi reeleito no município de Uraí, no Paraná. Susumo Itimura, do PSDB, teve 2.222 sufrágios, equivalente a 49,29% dos votos válidos no município. Dos 783 candidatos com idade superior a 65 anos, 205 foram eleitos em todo o país.
Entre vereadores O vereador mais novo eleito no Brasil é de Aspásia, no interior de São Paulo, e tem 17 anos: Renan Medeiro Venceslau (PT) completa os 18 anos em 17 de dezembro, quando atingirá a idade mínima exigida pela Constituição Federal para assumir a vaga de vereador.
O mais velho é Antônio Ferreira da Silva (PSDB), de Cedro (CE). Nascido em 10 de julho de 1919, ele é um dos 791 vereadores eleitos no Brasil com mais de 65 anos – 1,52% do total. (Assessoria da Câmara Municipal)
Ele só poderá assumir a prefeitura da cidade goiana porque completará, em 25 de dezembro, 21 anos – idade mínima exigida pela legislação para que o eleito assuma cargo no Executivo.
Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foram registrados 122 candidatos com idade inferior a 25 anos. Desses, 31 acabaram eleitos. A faixa etária em que se concentra o maior número de prefeitos eleitos está entre 36 e 55 anos – 70,88% do número total. Já o prefeito com mais idade no Brasil tem 90 anos. Ele foi reeleito no município de Uraí, no Paraná. Susumo Itimura, do PSDB, teve 2.222 sufrágios, equivalente a 49,29% dos votos válidos no município. Dos 783 candidatos com idade superior a 65 anos, 205 foram eleitos em todo o país.
Entre vereadores O vereador mais novo eleito no Brasil é de Aspásia, no interior de São Paulo, e tem 17 anos: Renan Medeiro Venceslau (PT) completa os 18 anos em 17 de dezembro, quando atingirá a idade mínima exigida pela Constituição Federal para assumir a vaga de vereador.
O mais velho é Antônio Ferreira da Silva (PSDB), de Cedro (CE). Nascido em 10 de julho de 1919, ele é um dos 791 vereadores eleitos no Brasil com mais de 65 anos – 1,52% do total. (Assessoria da Câmara Municipal)
Concurso: Prefeitura de Jundiaí abre 36 vagas em todos os níveis
A Prefeitura Municipal de Jundiaí está abrindo concurso para o preenchimento de 36 oportunidades voltadas a candidatos de todos os níveis escolares.
As vagas estão distribuídas entre as seguintes funções: Agente Operacional, Auxiliar de Necropsia e Auxiliar de Serviços Educacionais, que exigem nível fundamental completo; Soldador, Mecânico, Pedreiro, Serralheiro, Borracheiro, Eletricista, Auxiliar de Consultório Dentário, Motorista, Monitor de Creche e Operador de Máquinas, que exigem nível médio completo; além de Professor de Educação Física, Professor de Línguas Estrangeiras, Bibliotecário, Médico e Assistente Técnico em Administração, Ciências Contábeis, Direito, Análise de Sistemas e Logística, que exigem nível superior. As remunerações variam de R$ 633,25 a R$ 2.297,68.
As inscrições poderão ser realizadas entre 10h do dia 13 e 16h do dia 31 de outubro, presencialmente, em uma das 13 agências do banco Santander relacionadas no item 5 do edital em anexo; ou via internet, através do site da Fundação Vunesp (www.vunesp.com.br), organizadora do concurso. As taxas de participação vão de R$ 27 a R$ 66.
As provas objetivas serão aplicadas no dia 14 de dezembro, em horários e locais divulgados, oportunamente, pela Vunesp. Caso haja impossibilidade de aplicação na cidade de Jundiaí, os exames poderão ser aplicados em municípios vizinhos.
As vagas estão distribuídas entre as seguintes funções: Agente Operacional, Auxiliar de Necropsia e Auxiliar de Serviços Educacionais, que exigem nível fundamental completo; Soldador, Mecânico, Pedreiro, Serralheiro, Borracheiro, Eletricista, Auxiliar de Consultório Dentário, Motorista, Monitor de Creche e Operador de Máquinas, que exigem nível médio completo; além de Professor de Educação Física, Professor de Línguas Estrangeiras, Bibliotecário, Médico e Assistente Técnico em Administração, Ciências Contábeis, Direito, Análise de Sistemas e Logística, que exigem nível superior. As remunerações variam de R$ 633,25 a R$ 2.297,68.
As inscrições poderão ser realizadas entre 10h do dia 13 e 16h do dia 31 de outubro, presencialmente, em uma das 13 agências do banco Santander relacionadas no item 5 do edital em anexo; ou via internet, através do site da Fundação Vunesp (www.vunesp.com.br), organizadora do concurso. As taxas de participação vão de R$ 27 a R$ 66.
As provas objetivas serão aplicadas no dia 14 de dezembro, em horários e locais divulgados, oportunamente, pela Vunesp. Caso haja impossibilidade de aplicação na cidade de Jundiaí, os exames poderão ser aplicados em municípios vizinhos.
Tucano: uma espécie ameaçada de extinção
MARCELO AUGUSTO DA SILVA
http://marceloaugustodasilva.blogspot.com
De tanto ver imperar a incompetência e a falta de compromisso dos governos do PSDB, o brasileiro reafirmou sua consciência e assim como nas eleições de 2004, deu um outro basta às suas administrações. Os resultados da última eleição municipal provaram novamente que o eleitor não é tão cativo quanto à extrema direita brasileira o julgava ser, já que como mostraram as urnas, a maioria das prefeituras será administrada por outros partidos.
A política neoliberal, o estado mínimo, o desrespeito com o cidadão e a soberba daqueles tucanos que ocupam os cargos públicos, pelo que vimos já estava sufocando os que dependem dos serviços públicos e os pertencentes às chamadas classes média e baixa. Na conjuntura da situação em que chegamos não dava mais pra se suportar os representantes desse partido.
São José do Rio Pardo felizmente não foi uma exceção. Embora não tenha elegido um partido de ideologia social como o PT, apesar do número de votos expressivos que o candidato petista alcançou mesmo com todas as dificuldades enfrentadas em sua campanha, principalmente numa cidade como a nossa em que muitos ainda mantêm um pensamento preconceituoso, a vida pública de São José já não é mais de exclusividade de alguns. Sendo assim o futuro rio-pardense foi salvo uma vez que o eleitorado provou que os tucanos não têm cadeira permanente na prefeitura, que a cidade não lhes pertence, e que dinheiro não se compra a opinião nem o pensamento de ninguém.
Após anos de governo peessedebista e todo o atraso a qual foi submetida a nossa cidade, podemos agora sonhar com uma possibilidade de mudança. Espera-se com essa eleição a renovação em todos os seus sentidos, a aproximação entre o executivo e a população e medidas que coloque São José, uma cidade com grande potencial, no caminho do desenvolvimento.
A vitória esmagadora do candidato eleito demonstrou que há possibilidade de mudança, embora essa não represente, de fato, uma ruptura devido às coligações formadas – ao contrário do petista que com a sua determinação optou por disputar o pleito com a pureza de seu partido e de sua ideologia. Ela representa sim o fim de todo domínio de um grupo ao qual São José do Rio Pardo estava sujeito há décadas, tendo em vista que quando certos figurões não estavam efetivamente no cargo, estavam comandando nos bastidores com todo aquele jogo que bem conhecemos.
A partir de agora viveremos, enfim, um momento de prosperidade, de novos ares a serem respirados, e de uma sensação de alívio ao nos vermos livres do coronelismo. Também será um tempo de exigirmos aquilo que foi prometido para que de novo não caiamos na armadilha a qual durante muito tempo estivemos presos.
http://marceloaugustodasilva.blogspot.com
De tanto ver imperar a incompetência e a falta de compromisso dos governos do PSDB, o brasileiro reafirmou sua consciência e assim como nas eleições de 2004, deu um outro basta às suas administrações. Os resultados da última eleição municipal provaram novamente que o eleitor não é tão cativo quanto à extrema direita brasileira o julgava ser, já que como mostraram as urnas, a maioria das prefeituras será administrada por outros partidos.
A política neoliberal, o estado mínimo, o desrespeito com o cidadão e a soberba daqueles tucanos que ocupam os cargos públicos, pelo que vimos já estava sufocando os que dependem dos serviços públicos e os pertencentes às chamadas classes média e baixa. Na conjuntura da situação em que chegamos não dava mais pra se suportar os representantes desse partido.
São José do Rio Pardo felizmente não foi uma exceção. Embora não tenha elegido um partido de ideologia social como o PT, apesar do número de votos expressivos que o candidato petista alcançou mesmo com todas as dificuldades enfrentadas em sua campanha, principalmente numa cidade como a nossa em que muitos ainda mantêm um pensamento preconceituoso, a vida pública de São José já não é mais de exclusividade de alguns. Sendo assim o futuro rio-pardense foi salvo uma vez que o eleitorado provou que os tucanos não têm cadeira permanente na prefeitura, que a cidade não lhes pertence, e que dinheiro não se compra a opinião nem o pensamento de ninguém.
Após anos de governo peessedebista e todo o atraso a qual foi submetida a nossa cidade, podemos agora sonhar com uma possibilidade de mudança. Espera-se com essa eleição a renovação em todos os seus sentidos, a aproximação entre o executivo e a população e medidas que coloque São José, uma cidade com grande potencial, no caminho do desenvolvimento.
A vitória esmagadora do candidato eleito demonstrou que há possibilidade de mudança, embora essa não represente, de fato, uma ruptura devido às coligações formadas – ao contrário do petista que com a sua determinação optou por disputar o pleito com a pureza de seu partido e de sua ideologia. Ela representa sim o fim de todo domínio de um grupo ao qual São José do Rio Pardo estava sujeito há décadas, tendo em vista que quando certos figurões não estavam efetivamente no cargo, estavam comandando nos bastidores com todo aquele jogo que bem conhecemos.
A partir de agora viveremos, enfim, um momento de prosperidade, de novos ares a serem respirados, e de uma sensação de alívio ao nos vermos livres do coronelismo. Também será um tempo de exigirmos aquilo que foi prometido para que de novo não caiamos na armadilha a qual durante muito tempo estivemos presos.
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